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Política - Nacional

Outras empresas estariam envolvidas com a máfia dos sanguessugas


Agência O Globo RIO - Uma Investigação da Controladoria Geral da União (CGU) e da CPI dos Sanguessugas concluiu que a máfia das ambulâncias envolvia outras empresas, além da Planam. Os documentos mostram que todas atuaram do mesmo jeito na negociação de emendas com deputados, senadores, prefeitos e governadores. O mapa dos sanguessugas ainda não está pronto. Mas a CPI e a CGU já sabem como o país foi dividido. A Planam controlava a maior parte dos estados. Uma rede de empresas ligadas à família Vedoin manipulava as licitações. Minas Gerais, por exemplo, virou território da Lealmaq. Resultado de um acordo entre as duas empresas. Na divisão, o Sul do país, principalmente o Paraná, ficou por conta do grupo Domanski. Várias empresas atuando em conjunto, sem disputas. No Nordeste, com exceção da Bahia, a KM centralizou os acordos. - Há momentos que determinadas empresas atuam em conluio, uma dando cobertura à outra, mas no momento subseqüente, uma delas pode se transformar em concorrente, adversária da outra e mais adiante elas se entendem e dividem o país em regiões - disse o ministro Jorge Hage, da Controladoria Geral da União. As investigações, até agora, tinham como foco a Planam. Com a descoberta de novas empresas, a CPI vai investigar se parlamentares que não estão na lista já divulgada de sanguessugas fizeram acordo com estas empresas. A lista deve aumentar. - É preciso investigar as outras máfias, as outras áreas, para que nenhum dos sanguessugas venha a escapar da sua punição - disse o deputado Raul Jungmann (PPS-PE). A direção da KM negou a participação em qualquer acordo para liberação de emendas ou para divisão das áreas de atuação das empresas. Os donos da Lealmaq e da Domanski não foram encontrados.

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