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Política - Nacional

Marina nega pressão para licenciamento das usinas do madeira


Henrique Gomes Batista - Agência O Globo BRASÍLIA - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou os nomes de sua equipe que vão comandar a transição para a nova estrutura do ministério. Os nomes já foram publicados no Diário Oficial da União desta quinta-feira, tanto para o Ibama, que ficará com as questões de licenciamento ambiental, quanto para o recém-criado Instituto Chico Mendes, que cuidará das áreas de preservação ambiental. No comando do Ibama, interinamente ficará Bazileu Alves Margarito Neto, que também acumulará a chefia de gabinete da ministra e a diretoria de qualidade ambiental. Para o Instituto Chico Mendes, foi nomeado, também interinamente, João Paulo Capobianco, que também acumula a secretaria-executiva do ministério. - Este processo de transição deve durar cerca de 90 dias - afirmou Marina. A ministra negou que tenha sofrido pressão política para a nomeação ou mesmo para a divisão do Ibama. - O presidente Lula, quando me fez o convite para permanecer no governo, além de falar dos desafios, em nenhum momento me foi colocado qualquer dificuldade sobre a composição da equipe. O que estamos fazendo agora é, na verdade, um grande reforço na equipe. Temos 60 milhões de hectares de unidades de conservação, o que é maior que a França, e ninguém pode imaginar que isso possa ser cuidado apenas por uma diretoria - afirmou. A ministra voltou mais uma vez a negar que esteja sofrendo pressão política para agilizar o licenciamento ambiental das duas usinas do complexo hidrelétrico do Rio Madeira, considerado prioritário pelo govenro para aumentar a geração de energia e evitar problemas de fornecimento de energia a partir de 2010. - O Ibama é complexo, com vários pedidos de licenciamento. Não dá para criar foco de preocupação em um único empreendimento - afirmou. O diretor interino do Ibama explicou que ainda nesta quinta-feira o ministério deve enviar os questionamentos dos pontos que emperraram o licenciamento ambiental ao consórcio que elabora a proposta, formado por Furnas e Odebrecht. Basileu está neste momento participando de audiência pública na Câmara dos Deputados para tratar do assunto. A audiência é organizada pelas Comissões de Minas e Energia e da Amazônia da Câmara.

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