Porto Velho (RO) segunda-feira, 16 de setembro de 2019
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Política - Nacional

Eleições 2010: Oito estados e o Distrito Federal têm hoje o segundo turno


 
Priscilla Mazenotti
 
Agência Brasil,
Brasília - Em oito estados e no Distrito Federal, 14,9 milhões de eleitores deverão escolher também seus governadores neste segundo turno. Três partidos aparecem com o maior número de candidatos na disputa. O PSDB concorre em Alagoas, no Pará, em Goiás, no Piauí e em Roraima. O PMDB disputa o segundo turno em Goiás, na Paraíba e em Rondônia. O PT tenta ampliar o número de governadores no Distrito Federal e no Pará.

Em Goiás, Marconi Perillo (PSDB) concorre pela terceira vez ao governo do estado. Disputa a vaga com Iris Rezende (PMDB), que já ocupou o cargo duas vezes. No primeiro turno, Perillo venceu com 46,33% dos votos. Iris Rezende (PMDB) teve 36,38%. Agora, no segundo turno, o peemedebista recebeu o apoio de Vanderlan Cardoso (PR), o terceiro colocado na disputa. O atual governador, Alcides Rodrigues, também declarou apoio a Rezende.

No Distrito Federal, 1,8 milhão de eleitores deverão decidir entre Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC), que assumiu a candidatura no lugar do marido, Joaquim Roriz. Ele renunciou à disputa depois de ter tido a candidatura impugnada pela Lei da Ficha Limpa. No primeiro turno, Agnelo obteve 48,41%, contra 31,50% de Weslian.

Em Alagoas, o atual governador, Teotônio Vilela (PSDB), concorre à reeleição. Ele disputa o cargo com o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT). O estado teve uma das disputas mais acirradas do país para definir o segundo turno. Teotônio Vilela saiu à frente dos concorrentes e chegou ao final da disputa com 39,58% do votos. A expectativa girou em torno de quem iria para o segundo turno com Vilela: Fernando Collor (PTB) ou Ronaldo Lessa. Só com a totalização quase completa das urnas, o segundo turno se definiu. Lessa continuou na disputa após obter 29,16% dos votos, deixando Fernando Collor em terceiro lugar, com 28,81%.

No Pará, Simão Jatene (PSDB) e Ana Júlia (PT) concorrem neste segunto turno. Ana Júlia é a atual governadora. Durante a campanha, recebeu o apoio do ex-governador Almir Gabriel (PSDB), que teve Jatene como secretário quando comandou o estado entre 1995 e 2002. No primeiro turno, o candidato tucano teve 48,92% dos votos. Ana Júlia recebeu 36,05%.

Lucas Barreto (PTB) e Camilo Capiberibe (PSB) estão na disputa pelo governo no Amapá. O resultado no primeiro turno foi apertada: Barreto teve 28,93% dos votos, enquanto Capiberibe teve 28,68%. O primeiro turno ocorreu poucos dias depois da Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, que prendeu 18 pessoas no estado acusadas de desvio de verbas públicas. Entre os presos estavam o atual governador, Pedro Paulo Dias (PP), que concorria à reeleição, e o ex-governador Waldez Goés (PDT), que concorria ao Senado. Os dois não conseguiram se eleger.

Na Paraíba, os candidatos Ricardo Coutinho (PSB) e José Maranhão (PMDB) permaneceram praticamente empatados durante toda a apuração do primeiro turno. Ao final, Coutinho, ex-prefeito de João Pessoa, obteve 49,74% dos votos e Maranhão, na disputa pela reeleição ao governo, ficou com 49,30%.

Em Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), com 43,99% dos votos no primeiro turno, e João Cahulla (PPS), com 37,14%, estão na disputa. Cahulla é o atual governador. Ele assumiu o mandato no lugar do então governador Ivo Cassol (PP), que deixou o cargo para concorrer ao Senado. Moura foi deputado federal e prefeito do município de Ariquemes.

Em Roraima, Neudo Campos (PP) e José Anchieta (PSDB) disputam o governo. No primeiro turno, Campos, ex-deputado federal e ex-governador do estado, obteve 47,62% dos votos, e José Anchieta, atual governador do estado, recebeu 45,03%.

No Piauí, Wilson Martins (PSB) foi para a disputa no segundo turno com 46,37% dos votos, contra Sílvio Mendes (PSDB), com 30,08%. Mendes foi duas vezes prefeito de Teresina, em 2004 e 2008. Interrompeu o mandato para concorrer ao governo do estado. Wilson Martins foi eleito vice-governador do Piauí em 2006 e assumiu a gestão do estado neste ano quando o então governador, Wellingon Dias, renunciou para concorrer ao Senado. Foi deputado estadual por três mandatos.

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