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Política - Nacional

Deputado do PT poderá ser expulso do partido


Agência O Globo BELO HORIZONTE - O diretório do PT de Minas Gerais poderá expulsar o deputado eleito Juvenil Alves do partido. O parlamentar é suspeito de comandar um esquema de fraudes, desmantelado pela operação Castelhana da Polícia Federal. O Tribunal Regional Eleitoral chegou a suspender a diplomação de Juvenil Alves, por irregularidades na campanha. Quando ele foi preso pela primeira vez, no dia 24 de novembro, o diretório do PT decidiu suspendê-lo das atividades partidárias, por sessenta dias. O presidente da executiva mineira, Nilmário Miranda, disse que enviou o caso à Comissão de Ética e afirmou que Juvenil terá direito à defesa. - O Diretório referendou a posição que eu tinha tomado, junto com a executiva, de fazer a suspensão da filiação partidária dele, por 60 dias. Encaminhamos os dados para a Comissão de Ética, para averiguar as denúncias. Porém, não devemos deixar de ouvi-lo. Ele tem direito a defesa. É fundamental que aconteça uma reunião, para que ele explique o que aconteceu ao partido. Mas a situação dele é muito complexa porque existe uma opinião partidária generalizada de insatisfação, em relação a sua presença no partido - revelou Nilmário. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais suspendeu na sexta-feira a diplomação de Juvenil Alves, que foi eleito deputado federal com o maior número de votos pelo PT. Advogados do petista entregaram ontem , no TRE, a manifestação sobre as diligências da Justiça Eleitoral referente à prestação de contas do deputado. De acordo com a defesa, as contas de campanha, no total de R$ 415 mil, apresentadas pelo candidato estão regulares. Na nota, os advogados consideram precipitada, a iniciativa do ministério Público Eleitoral. Eles alegam que tiveram acesso somente aos documentos que fundamentaram as suspeitas de irregularidades levantadas pelo Ministério Público e que os documentos fiscais estão apreendidos pela Polícia Federal. A defesa reclama do prazo de 72 horas para a manifestação do candidato, considerada insuficiente para a análise do grande volume de documentos. De acordo com os advogados, os documentos enviados pelo Mistério Público não são referentes às contas de campanha, mas de serviços advocatícios.

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