Porto Velho (RO) terça-feira, 13 de novembro de 2018
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Política - Nacional

Chinaglia resgata reportagem de 1987 e acusa Alckmin de hipocrisia


Isabel Braga - Agência O GloboBRASÍLIA - Dentro da estratégia de ressaltar os pontos fracos da candidatura do tucano Geraldo Alckmin, o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), resgatou uma reportagem, publicada pelo Jornal do Brasil em 27 de março de 1987, e mostrou-a à imprensa. Na matéria, escrita pela jornalista Teresa Cardoso, alguns deputados constituintes manifestam saudade de algumas regalias que dispunham quando exerciam o mandato de deputados estaduais.Alckmin é um dos personagens da reportagem e afirma textualmente que se tivesse que depender do salário que recebia como deputado federal, já teria morrido. Segundo o texto, o tucano reclama de não ter à sua disposição, em Brasília, um carro oficial - lembrando que na época em que era estadual, tinha à sua disposição um Opala, motoristas e tanque cheio. Alckmin também reclama do número reduzido de funcionários.- O discurso que Alckmin assume hoje de austeridade não passa de hipocrisia. Em 1987, disse que sentia saudades do Opala que tinha como deputado estadual. Hoje, quando fala em vender o avião da Presidência da República, não é porque quer economizar, é porque é um privatista ensandecido - provoca Chinaglia.Em seus discursos e entrevistas nesta reta final da campanha, os líderes da base aliada devem focar a promessa de Alckmin de corte de gastos e de um choque de gestão. Segundo Chinaglia, os líderes vão mostrar que ele defende o choque de gestão, mas além de deixar o governo endividado, não foi capaz de garantir a segurança pública no estado.- O PCC se organizou no estado de São Paulo. O governo não é capaz de evitar nem mesmo a entrada de celulares nos presídios, ele privatizou estatais e deixou o estado com um rombo nas contas públicas. Isso é que é choque de gestão? - perguntou.

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