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Política - Nacional

Chinaglia quer medidas para coibir a corrupção


Adriana Vasconcelos, Isabel Braga e Maria Lima - Agência O Globo BRASÍLIA - Ao sair da casa do presidente da Câmara, Arlindo Câmara (PT-SP), o líder do PDT, Miro Teixeira (RJ), disse que Chinaglia convocou a reunião para que os líderes discutissem formas de enfrentar os seguidos escândalos de corrupção envolvendo os três poderes da República. Segundo Miro, Chinaglia começou a reunião questionando o motivo de tantas denúncias de corrupção e o que está acontecendo com o país. Ele pediu aos líderes propostas para coibir a corrupção. Para Miro, as denúncias ficaram mais evidentes agora porque o regime democrático permite a divulgação das informações. - Na ditadura havia isso e não era divulgado (...) Vamos discutir que providências o Brasil precisa tomar para ter uma vida digna. Os cidadãos comuns sobrevivem com seu dinheiro, por que quando as pessoas vêm para o setor público tem corrupção? - questionou Miro. Sobre a possibilidade de criação de uma CPI para investigar o esquema desvendado pela Operação Navalha, da Polícia Federal, Miro disse que ainda não há ambiente político para isso. Com um de seus governadores, o alagoano Teotônio Vilela, no olho do furacão da Operação Navalha da Polícia Federal, o PSDB adotou a tática de que o ataque é a melhor defesa e defendeu nesta terça-feira uma CPI mista no Congresso para investigar o esquema de fraudes em licitações públicas. Se forem aprovadas duas novas CPIs na Câmara - há quem queira também uma sobre a Operação Hurricane - a Casa pode ter quatro CPIs funcionando ao mesmo tempo (o máximo permitido pelo regimento é cinco). Líderes questionam papel dos tribunais de contas nos estados Segundo Miro, na reunião na casa de Chinaglia, houve lílderes que questionaram o papel dos tribunais de contas dos estados nesses escândalos, argumentando que eles estão sempre a reboque das denúncias feitas por órgãos como a Polícia Federal. Ou seja, não estariam servindo para nada, nas palavras dele. O líder do PDT disse ter sugerido um combate firme à sonegação de impostos e regras mais duras que impeçam as empresas suspeitas de negociar com o setor público. Perguntado se o fim do foro privilegiado para autoridades não seria uma proposta positiva nesse sentido, Miro disse que a medida só tem sentido depois que o crime já foi praticado. - Precisamos evitar que ele aconteça - afirmou. O líder do PDT também não acredita que a instituição do financiamento público de campanha coíba as relações espúrias de políticos com empresas. Para ele, o político recorre a esse tipo de esquema ilítico "porque é ladrão", não por falta de recursos.

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