Porto Velho (RO) quarta-feira, 21 de novembro de 2018
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Política - Nacional

Bastos volta a rebater críticas de que PF estaria a serviço do governo Lula


Demétrio Weber - Agência O GloboBRASÍLIA - O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, aproveitou a solenidade de lançamento do Diagnóstico Ministério Público dos Estados para rebater mais uma vez as críticas da oposição de que a Polícia Federal estaria a serviço do governo na investigação da tentativa de compra de um dossiê contra políticos do PSDB. Bastos reafirmou que a PF deve estar sempre a serviço do Estado brasileiro, e não de governos. Ele destacou também que os dois procuradores-gerais da República nomeados durante o governo Lula foram indicados pela categoria, e nunca teriam sofrido qualquer tipo de pressão do governo.- As sociedades não podem ser construídas sobre a virtude dos homens, mas sim sobre a solidez e confiança que tenham nas instituições. No plano federal, as duas instituições fundamentais para isso são, de um lado a Polícia Federal, e do outro lado, o Ministério Público Federal, que têm que ser instituições de Estado, assim como as suas réplicas estaduais têm que ser igualmente instituições de Estado, de modo que possamos ter confiança de que elas não são manipuladas, ter confiança de que elas não são usadas para atender aos interesses eventuais dos governos, porque elas pairam acima deles, porque elas são mais do que eles, são diferentes deles, e só respondem ao Estado e à sociedade - disse Bastos.O ministro citou a nomeação do atual procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, e de seu antecessor, Cláudio Fonteles, ambos no governo Lula.- Temos orgulho do trabalho que foi feito em relação ao Ministério Público Federal nesses quatro anos de governo. Os dois procuradores indicados, expoentes da classe, Antônio Fernando e Cláudio Fonteles, foram indicados a partir da indicação da classe, respeitando a vontade da classe, de modo que não se lhes pediu que fizessem nada, a não ser ter o compromisso de servir ao Estado, à sociedade e à nação. Isso é importante que continue assim - disse.

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