Porto Velho (RO) segunda-feira, 16 de setembro de 2019
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Política - Nacional

Aldo: Disputa política vai arrefecer após eleições


Agência O GloboBRASÍLIA - O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, disse que o acirramento da disputa eleitoral entre dois candidatos a presidente da República é natural, principalmente à medida que se aproxima o dia da eleição. Aldo ressaltou porém que, passado o segundo turno, a tendência é que essa disputa agressiva entre oposição e governo fique mais amena.- O que eu receio é que a luta política degenere para conflitos mais graves, o que não é desejável para a democracia no Brasil - afirmou.Em relação à última pesquisa do Instituto Datafolha sobre as intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou sua vantagem sobre Geraldo Alckmin, Aldo comentou que deve ser respeitada, mas que é apenas o retrato de um momento e que já viu resultados de pesquisas serem desmentidos nas urnas.Aldo anunciou que convocará sessões deliberativas do plenário da Câmara para as próximas segunda e terça-feiras, com o objetivo de votar medidas provisórias que trancam a pauta, em especial a que cria o Refis 3. Ela foi alterada pelo Senado e precisa ser votada novamente pela Câmara até o dia 27 deste mês para não perder a validade.Aldo disse que fará o possível para garantir o quorum das votações, mas reconheceu que a eleição exige a participação de muitos deputados, o que dificulta a obtenção do quorum para deliberações importantes.- Vou fazer o que estiver ao meu alcance, mas, se não alcançarmos o quorum, vamos ter paciência e tentar um outro esforço para que as votações aconteçam - disse o presidente da Câmara.Sobre o reajuste dos salários dos parlamentares, Aldo afirmou que não conversou sobre o assunto com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele disse também que não existe nenhum projeto sobre esse tema. Segundo Aldo, a remuneração dos parlamentares deverá ser tratada quando a Câmara discutir os resultados do estudo que está sendo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com o objetivo de ampliar a racionalização dos custos, a transparência das informações e a redução dos gastos da Casa.

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