Quarta-feira, 17 de junho de 2009 - 21h03
Por conta de notícias veiculadas na imprensa local, a Secretaria de Estado de Justiça de Rondônia (Sejus) informou que até o momento não existem informações concretas de que foram presos da Casa de Detenção Dr. José Mário Alves da Silva, em Porto Velho, os mandantes das ações de violência contra ônibus coletivos e a sede do Ministério Público estadual.
A informação é do gerente do Sistema Penitenciário da Sejus, Jeremias Barbosa, que tem acompanhado diuturnamente a rotina e os trabalhos investigativos sobre o caso dentro da Unidade, juntamente com os órgãos da segurança pública estaduais. Temos o maior interesse em esclarecer essa situação, pois nossa preocupação é manter o equilíbrio e o controle do Estado no maior presídio de Rondônia, afirmou.
Sabemos que pessoas podem se aproveitar desses fatos, inclusive alguns apenados e parentes, para tentar desestabilizar o trabalho que vem sendo feito pelo Governo estadual no Sistema Prisional. Mas estamos trabalhando para que tudo seja esclarecido, inclusive informando familiares preocupados que nos procuram, revelou o gerente.
Jeremias esclareceu ainda, que não passa de rumores o que foi divulgado de que presos estariam agindo em repúdio à recente transferência de internos para a Penitenciária de Nova Mamoré e a suspensão de visitas no último final de semana na Casa de Detenção. O Estado, em nenhuma ocasião, irá se intimidar com esse tipo de boato, e continuará agindo para manter o controle total do Sistema. Tudo está sendo feito dentro da legalidade e sem agressões, o que pode ser conferido pelas entidades fiscalizadoras, complementou.
O corregedor geral da Sejus, João Rodrigues, informou também que o órgão está atento para a questão. O que for de nossa competência, estaremos junto com os demais órgãos policiais ajudando no que for preciso nas investigações, destacou.
A Sejus recomenda a todos os veículos de comunicação que, quaisquer denúncias ou informações referentes à possível autoria de apenados em atentados como as recebidas por telefonema anônimo , sejam devidamente apuradas com profundidade pelos profissionais da imprensa, afim de evitar especulações.
Fonte: Luiz Alexandre
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