Quinta-feira, 9 de abril de 2026 - 08h45

Passando pelas ruas de Porto Velho, depare-me com um
“velho” opala marrom, quase marrom bombom e deu saudades dos bons tempos em que
eram os carros que figuravam no topo dos carros de luxo.
Veio a curiosidade de saber o motivo do nome e
procurei conhecer a pedra opala tendo sido agraciado com tanta beleza, beleza
que, mesmo vista quase todo dia, me remeteu há anos passados quando a vi pela
primeira vez.
Beleza única vista com seu charme, brilho, toque
refinado e delicadeza no olhar!
Hoje, ao
olharmos para trás, vejo que a opala ainda reflete em meu olhar visto tratar de
uma preciosidade que, dependendo de como a luz bate, revela uma nova cor, um
novo brilho e uma nova faceta.
Acredito
que chamar alguém de opala, nunca foi apenas um apelido carinhoso, como
coração, amor, meu oxigênio, meu tudo...
Em resumo
chamar uma mulher de opala quer seja o carro ou a pedra preciosa, é um grande
elogio!
A opala é
conhecida por sua raridade e por sua beleza multifacetada, como assim pode ser
um carro ou uma mulher, pois o carro é nossa couraça, nosso ir onde quiser, com
conformo e segurança e a mulher, nosso porto seguro, nossa admiração a cada
amanhecer, nossa renovação para sair e sempre voltar, nosso sim.
Qual a
cor predileta de nosso carro?
Depende
do humor, do dia que você viu pela primeira vez, do estado de espírito e como a
opala, que possuindo inúmeras facetas, variando seus detalhes conforme a luz, é
também a mulher – detalhe que tenho o privilégio de admirar como o ser mais
generoso que o mundo já conheceu.
A mulher,
o opala e a opala, nunca são os mesmos pois cada vez que o sol bate em um
deles, descobrimos uma nova cor, um novo talento ou um detalhe quer seja na
velocidade, no arranque, no brilho ou no sorriso que n]ao conhecíamos.
Não é um
brilho comum; é algo que vem de dentro, uma mistura de força e doçura que
ilumina tudo ao redor de um jeito único gerando assim curiosidade em todos que
veem passar – O opala, a opala e a mulher, pela raridade, complexidade, fogo
interno que hipnotiza quem sabe olhar de verdade.
Assim
como a opala reflete todas as cores do arco-íris, o opala ainda, mesmo já um
“cinquentão” com habilidades incríveis e forte como a mulher - forte quando o
mundo exige e suave quando o coração pede.
Os três
não precisam de esforços para se destacar, visto que a beleza é como a de uma
opala nobre: discretos à primeira vista, mas infinitamente ricos para quem para
apreciar os detalhes – e que detalhes.
Dizer que
a opala, o opala e a mulher escondem um “fogo interno” que nunca se apaga, ou
seja, há uma estreita relação ente todos, com uma luz não é estática, dançando
e incendiando a quem admira, todos os dias.
Assim
como a pedra reflete todas as cores, o opala, como dito, “cinquentão” refletem
todos os sentimentos que nos fazem vivo e como admirador que sou, meu coração
bate no ritmo certo por tudo que sua cor, desenvoltura e simetria assim
demonstra.
Olhar
para o “cinquentão” depois de tanto tempo é como admirar uma opala sob o sol em
que sempre descobrimos um novo ângulo de paixão, mantendo um admirador, como
eu, de alma colorida e meu amor sempre aceso.
Quinta-feira, 9 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
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