Domingo, 15 de abril de 2018 - 20h56
"A manobra que o ex-procurador-geral Rodrigo Janot considerou 'tecnicamente difícil de engolir' gruda em Alckmin o selo da impunidade, de beneficiado pela seletividade da Justiça, na mesma semana em que ele e outros líderes do PSDB justificaram a prisão do ex-presidente Lula com o refrão 'a lei é para todos'", afirma a jornalista, lembrando que o desgaste vem no momento em que o tucano precisa se destacar nas pesquisas

Por Tereza Cruvinel, no Jornal do Brasil - Muito rapidamente o prêmio está virando castigo para o ex-governador Geraldo Alckmin. A decisão do STJ, de encaminhar para a Justiça Eleitoral, e não para os procuradores da Lava Jato, o processo contra ele pelo recebimento de R$ 10,7 milhões da Odebrecht, gerou a primeira agenda negativa de sua campanha e promete danos consideráveis à sua empacada candidatura.
A manobra que o ex-procurador-geral Rodrigo Janot considerou "tecnicamente difícil de engolir" gruda em Alckmin o selo da impunidade, de beneficiado pela seletividade da Justiça, na mesma semana em que ele e outros líderes do PSDB justificaram a prisão do ex-presidente Lula com o refrão "a lei é para todos". O desgaste vem no momento em que ele precisa se diferenciar dos demais candidatos nanicos de direita e enfrenta o avanço de Jair Bolsonaro sobre seu reduto de votos em São Paulo.
Leia aqui a íntegra.
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