Sexta-feira, 8 de março de 2013 - 12h50
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Altair Santos (Tatá)
Mais que defini-la e descrevê-la, conceituá-la e nominá-la devemos conhecê-la e descobri-la, vê-la e enxergá-la, respeitá-la, querê-la, amá-la e valorizá-la, devemos, devemos sim! Então lá vai ela a mulher, transpondo o mundo paradigmático e suas fronteiras hostis postando-se na essência da importância fundamental. Lá vai ela, a mulher, mente e corpo que desnuda o preconceito e grita alto, fala forte, bate no peito e defende a vida da vida, a existência com equilíbrio. Se ela não é o sol, mas é a luz! Se não é o céu, mas é as estrelas, a lua, a galáxia! Se não é o verso, mas é a poesia, a canção, a rima, a cantiga a melodia! Se não é o mar, o rio e o igarapé, mas é a água, essência deles todos! Se não é o temporal, mas é a chuva, a brisa; em fúria e destemor é a tempestade! Não é o ensaio ou o passo, porque é a dança pronta! Não é o jardim porque lá, ela é as flores todas! Não é o pombo correio porque é a carta da vida que chega! Pode até, em história, ser costela, mas tem um útero e pari a vida! Uma mulher não é um pássaro, é uma revoada! E quando é a amada que se nos falta, é saudade e saudade é mulher! Não é o pranto por que é a fala que a este acalanta! Se não é juiz, mas é a justiça, ainda que a mais tardia! Até no futebol, ex-paraíso de homens, o motivo maior atende por “ela”, a bola, muito embora mulher não se chute. No curso do dia é manhãzinha, é tardinha, é noite, é madrugada! No existir ela a mulher é nobre ocupante do posto da transformação social que, no despretencioso redesenho de santas e imaculadas vai mostrando pro mundo - ver e conhecer - tantas Marias, Iisabels e Socorros... dotadas de inigualável força, lutadoras da luta maior, amadas e amantes das paixões e amores medidos e desmedidos, vida em plenitude muito além da saia, do salto e do baton. Todas atendem por seus nomes mas cada uma, se diz e se afirma com decisão e forte brado: Sou Mulher! A todas, com carinho e homenagem, um brinde, ou melhor, uma dose, como tributo, reconhecimento e gratidão, sempre.
O autor é músico e produtor cultural.
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