Sábado, 10 de maio de 2014 - 06h50
Por Humberto Pinho da Silva
Uma manhã, deste rigoroso Inverno, ao abrir o computador, deparei com mensagem de sacerdote, com quem me correspondo virtualmente.
Trata-se de padre que celebra missa na Igreja, que habitualmente frequento. Sacerdote, entrado em anos, rijo, que ainda se aventura enfrentar, de frente, touros enfurecidos.
Dizia a mensagem o seguinte:
Estava em Londres sem dinheiro para pagar hospedagem. Tinha vergonha de contactar a família, já que esta desconhecia o que tinha ido lá fazer. Precisava de ajuda urgente.
Desconfiei da veracidade da mensagem. Estranhei, que padre idoso, membro de comunidade religiosa, fosse a Londres, em segredo, e viesse pedir-me socorro, confiando-me segredos, que pensei serem vergonhosos.
A mensagem estava mal redigida, para ser de sacerdote de grande cultura, mas fiquei preocupadíssimo.
E se fosse verdade? Iria abandonar o amigo em situação aflitiva?
Como não tinha meio de comunicar, pelo telefone, respondi pelo correio electrónico, recebendo a confirmação do dramático pedido.
No dia imediato informaram-me que haviam invadido o computador do sacerdote e copiados os endereços e códigos de acesso.
Não é caso inédito.
Conheço senhora, divorciada., que o ex-marido, para a colocar em má posição, diante das amigas, conseguiu entrar no computador da ex-esposa - apesar de ter alterado o Palavra-chave, - e relatar, cenas intimas, que a denegriam.
Serve de aviso para que não se aceite mensagens dessas, sem primeiro confirmar, pelo telefone, ou outro meio seguro.
Introduzir e ver o que se passa nos ficheiros de computador estranho, não é tão difícil como pode parecer.
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