Segunda-feira, 19 de abril de 2021 - 09h09

Quanto se trata de adotar medidas para conter a proliferação
do coravírus, o governo de Rondônia insiste em caminhar na contramão da
história. O governo decreta o distanciamento social controlado. Como isso, quer
evitar a aglomeração em festas, balneários, boates, casas de shows,
principalmente, no que está coberto de razão, mas, estranhamente, determina a
abertura de serviços não essenciais, justificando que os proprietários desses
estabelecimentos estariam “sofrendo por isso”.
Sofrendo! Sofrendo, mesmo, excelência, estão aqueles que
perderem seus entes queridos para o covid-19, e outros tantos que lutam
desesperadamente pela vida, tanto nos hospitais como em suas casas. E o que
dizer das centenas de pais e mães de família perderam seus empregos. Agora, o que
vale mais, o lucro ou a vida?
Antes que as cabeças ocas saiam por aí dizendo que eu sou
contra esse ou aquele segmento empresarial, esclareço que não é nada disso.
Pelo contrário, reconheço a importância que cada um representa para a geração
de renda e emprego e impulsionar a economia de Rondônia, mas é preciso cautela,
sobretudo nesse momento difícil pelo qual estamos atravessando. O lucro não pode ser mais importante que a
vida, que é um dom precioso de Deus, tampouco a sede e mando pelo poder. Mas
esse é o retrato de uma sociedade voltada para ganhar dinheiro a qualquer
custo. Às vezes, esquecemo-nos de que fomos criados à imagem e semelhança
Divina, metemos os pés pelas mãos e cometemos um erro atrás do outro. Já disse
alguém, que o estadista pensa na
próxima geração; o político, na próxima eleição. O estadista edifica o futuro;
o político, sua perpetuação no poder.
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