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Paulo Saldanha: As lembranças de Guajará dos meus dias de antigamente (I)


 
Paulo Cordeiro Saldanha*

A Guajará-Mirim das minhas primeiras recordações apresentava-se com ruas bem traçadas, sem calçamento. Na Avenida Presidente Dutra, o Clipper, bem na confluência com a Avenida Mendonça Lima, era o palco onde, ao final da tarde, os comerciantes e os seringalistas jogavam dominó, com estridentes batidas das pedras nas mesas. Na parte posterior um ou dois engraxates laboravam assobiando baixinho enquanto atendiam seus clientes.Paulo Saldanha: As lembranças de Guajará dos meus dias de antigamente (I) - Gente de Opinião

Esse Clipper era um bar, lanchonete e lugar da preferência de todos. Fora construído bem na esquina, no meio da Presidente Dutra, separando-a no centro.

Em “A Praça” tida como de autoria do Carlos Imperial e interpretada por Ronnie Von quando recordo os seus versos “A mesma praça, o mesmo banco; As mesmas flores, o mesmo jardim Tudo é igual, mas estou triste porque não tenho você perto de mim...” me transporto para aquelas antigas de Guajará.

A Praça Barão do Rio Branco era, na época, muito freqüentada, haja vista que no seu final, sob a ótica da Avenida Constituição, a Prefeitura a ornamentara com uma quadra de volley-ball, onde eu vi moças com shorts bem curtos se exercitarem naquele esporte, com a orientação da Tia Zuíla de Melo Covas...
Clique e leia mais na coluna do Membro de Opinião da Academia de Letras de Rondônia Dr. Paulo Saldanha.

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