Quinta-feira, 9 de setembro de 2010 - 08h34
Paulo Cordeiro Saldanha*
A Guajará-Mirim das minhas primeiras recordações apresentava-se com ruas bem traçadas, sem calçamento. Na Avenida Presidente Dutra, o Clipper, bem na confluência com a Avenida Mendonça Lima, era o palco onde, ao final da tarde, os comerciantes e os seringalistas jogavam dominó, com estridentes batidas das pedras nas mesas. Na parte posterior um ou dois engraxates laboravam assobiando baixinho enquanto atendiam seus clientes.
Esse Clipper era um bar, lanchonete e lugar da preferência de todos. Fora construído bem na esquina, no meio da Presidente Dutra, separando-a no centro.
Em “A Praça” tida como de autoria do Carlos Imperial e interpretada por Ronnie Von quando recordo os seus versos “A mesma praça, o mesmo banco; As mesmas flores, o mesmo jardim Tudo é igual, mas estou triste porque não tenho você perto de mim...” me transporto para aquelas antigas de Guajará.
A Praça Barão do Rio Branco era, na época, muito freqüentada, haja vista que no seu final, sob a ótica da Avenida Constituição, a Prefeitura a ornamentara com uma quadra de volley-ball, onde eu vi moças com shorts bem curtos se exercitarem naquele esporte, com a orientação da Tia Zuíla de Melo Covas...Clique e leia mais na coluna do Membro de Opinião da Academia de Letras de Rondônia Dr. Paulo Saldanha.
Segunda-feira, 12 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
O voto da diáspora - direito ou privilégio?
Do “Portugal ingrato” ao debate sobre quem merece representaçãoO debate sobre o direito de voto dos emigrantes portugueses regressa ciclicamente a

A política não é ambiente para fanfarrões
A hipocrisia está presente em quase todas as relações humanas, porém, é na política, que ela se mostra com maior desembaraço, principalmente no perí

Medalhas que inspiram o futuro da ciência
Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço.

Maduro e o cofre de ouro na Suíça
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou à Suíça R$ 5,2 bilhões em ouro entre 2013 e 2016, dinheiro esse que agora está congelado pelo governo
Segunda-feira, 12 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)