Quinta-feira, 9 de setembro de 2010 - 08h34
Paulo Cordeiro Saldanha*
A Guajará-Mirim das minhas primeiras recordações apresentava-se com ruas bem traçadas, sem calçamento. Na Avenida Presidente Dutra, o Clipper, bem na confluência com a Avenida Mendonça Lima, era o palco onde, ao final da tarde, os comerciantes e os seringalistas jogavam dominó, com estridentes batidas das pedras nas mesas. Na parte posterior um ou dois engraxates laboravam assobiando baixinho enquanto atendiam seus clientes.
Esse Clipper era um bar, lanchonete e lugar da preferência de todos. Fora construído bem na esquina, no meio da Presidente Dutra, separando-a no centro.
Em “A Praça” tida como de autoria do Carlos Imperial e interpretada por Ronnie Von quando recordo os seus versos “A mesma praça, o mesmo banco; As mesmas flores, o mesmo jardim Tudo é igual, mas estou triste porque não tenho você perto de mim...” me transporto para aquelas antigas de Guajará.
A Praça Barão do Rio Branco era, na época, muito freqüentada, haja vista que no seu final, sob a ótica da Avenida Constituição, a Prefeitura a ornamentara com uma quadra de volley-ball, onde eu vi moças com shorts bem curtos se exercitarem naquele esporte, com a orientação da Tia Zuíla de Melo Covas...Clique e leia mais na coluna do Membro de Opinião da Academia de Letras de Rondônia Dr. Paulo Saldanha.
Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
Presidente Lula tropeça nas palavras e vira alvo de críticas e piadas nas redes sociais
Em março deste ano, o presidente Lula apareceu em vídeos nas redes sociais praticando exercícios de musculação, o que é algo extremamente saudável,

Circulou em um grupo de WhatsApp de aposentados da Câmara Municipal de Porto Velho que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (G

Autismo e educação: escola regular ou especial?
O dia 2 de abril é celebrado mundialmente como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Mai

A violência começa antes do crime — e a lei chega tarde
Punir não basta: o Brasil endurece as leis, mas o problema é mais profundo.Novas medidas contra a violência e humilhação de mulheres são necessárias
Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)