Segunda-feira, 3 de outubro de 2022 - 10h26

Se eu (como a grande parcela da
população brasileira) não acreditava muito em pesquisa eleitoral, agora, depois
de acompanhar pela televisão a apuração das eleições de domingo (2), só tenho razões
para alimentar ainda mais minha desconfiança. E os motivos são muitos.
Enumerá-los, porém, seria abusar da paciência do leitor. Além do mais, são
tantos os exemplos que não caberiam nesse espaço de jornal. O que aconteceu? O
que saiu errado? Por que disparidades tão gritantes entre um e outro candidato?
Imagino que essas e outras perguntas devem estar fervilhando nas cabeças de
alguns especialistas em pesquisas eleitorais.
Não há dúvidas de que os maiores
perdedores das eleições de outubro foram os institutos de pesquisa. Foi um
vexame atrás do outro. Os exemplos são abundantes. Teve candidato ao governo de
Rondônia que foi dormir confiando nas pesquisas de que chegaria em primeiro
lugar com uma distância significativa para o segundo colocado. Por pouco, não
foi atropelado pelo adversário, que concluiu a prova mordiscando-lhe os
calcanhares, com menos de três pontos percentuais de distância do favorito nas
sondagens. E o que dizer da disputa pelo
senado, quando quase todos os institutos apontaram uma vitória, digamos,
tranquila, da candidata Mariana Carvalho, do União Brasil, mas quem levou a
melhor foi um senhorzinho do interior de nome Jaime Bagatolli, do PL, com quase
trinta mil votos de diferença. E o resultado para a corrida presidencial. Os
números da apuração falam por si sós. Deixemos, pois, que os especialistas no
assunto queimem os neurônios para tentarem justificar a patacoada. Em vão. O
estrago já está feito. Impossível recuperar o leite derramado. Qualquer
tentativa nesse sentido só contribuiria para aumentar ainda mais o grau de descrédito
de que muitos institutos de pesquisa desfrutam no conceito da opinião pública.
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