Domingo, 18 de setembro de 2016 - 10h33

247 – Em artigo publicado neste domingo, Janio de Freitas contesta a denúncia apresentada por Deltan Dallagnol contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"A exposição acusatória feita por procuradores da Lava Jato contra Lula foi um passo importante, como indicador do sentido que determinados objetivos e condutas estão injetando no regime de Constituição democrática. O propósito da exposição foi convencer da igualdade de ilação, convicção e prova, para servir à denúncia judicial e à condenação pretendidas sem, no entanto, ter os necessários elementos comprobatórios", diz ele.
"Orientador do grupo de procuradores, Deltan Dallagnol expôs o argumento básico da imaginada igualdade: 'Provas são pedaços da realidade que geram convicção sobre um quadro'", lembra Janio.
"O raciocínio falseia. Provas dispensam a convicção, a ela sobrepondo-se. Daí que o direito criminal atribua à prova o valor decisivo. A convicção é pessoal e subjetiva. A prova é objetiva. A convicção deixou no próprio Supremo Tribunal Federal uma evidência da sua natureza frágil e da relação precária que tem com a Justiça."
Domingo, 22 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Num mundo onde a vontade fabrica e a imaginação governa
Entre a simulação da realidade e a erosão da verdade Recentemente, o programa televisivo público ZDF-heute journal alemão, custeado pelos cidadãos

Só 200 cargos comissionados é pouco
Dependendo do número de habitantes do município, o executivo é obrigado a repassar à Câmara Municipal entre 3,5% e 7% da receita tributária e de tra

Vorcaro, “um homem de mãos e consciência limpas”!
O Brasil mais parece uma árvore centenária – bonita por fora, mas podre por dentro, completamente destruída pela ação do vírus da corrupção. E o pio
Domingo, 22 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)