Domingo, 25 de julho de 2021 - 11h09

Não é de agora que ouço falar em reformas estruturais. No
governo Lula o termo foi usado à exaustão pelo petista para tentar justificar a
aprovação das reformas administrativa, tributária e previdenciária, mas o
discurso não saiu do papel.
Especificamente, no caso da reforma tributária, a promessa era reduzir a
carga de impostos e, consequentemente, melhorar a vida do contribuinte, mas o
que se viu de lá para cá foi exatamente o contrário. De concreto, mesmo, não se
faz nada. Só balela para enganar os bobos do palácio. O Brasil continua tendo a
maior carga tributária do mundo e o pior retorno de impostos à sociedade.
Arrecadamos muito, porém distribuímos mal os recursos em obras e serviços de
qualidade. Enquanto isso, bilhões de reais foram liberados para financiar obras
de infraestrutura em países como Cuba, Venezuela e Moçambique.
Agora chegou a vez de o presidente Jair Bolsonaro conclamar
os governadores para a obra de construção dos alicerces e das paredes de uma
nova casa. Na frente das câmeras todos são favoráveis a redução da carga
tributária, evidentemente, desde que a fatura não seja pendurada na conta dos
estados. Aliás, quando o assunto é reforma tributária, a primeira coisa que os
governadores reclamam é dinheiro. É só liberar grana para os Estado e, aí, tudo
fica bem.
À semelhança de seus antecessores, o máximo que Bolsonaro
conseguirá é emplacar mais um remendo, e a tão festejada e almejada reforma
tributária continuará dormindo nas gavetas da burocracia oficial. Trocando em
miúdos, a corda vai continuar apertando o pescoço do contribuinte, uma vez que
nenhuma das propostas apresentadas até hoje se preocupou em reduzir o excessivo
número de impostos.
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