Sexta-feira, 1 de dezembro de 2017 - 07h09

247 - O jornalista Luis Nassif afirmou nesta sexta-feira, 1, que os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho estão sendo vítimas de um "massacre".
"Pouco sei da carreira política do casal Garotinho. Cada vez que escrevo sobre eles, amigos correm para sugerir cautela. Mas a perseguição que lhes é movida pelo sistema do Rio de Janeiro – Tribunal de Justiça, procuradores e Globo –, sob silêncio geral, é um massacre", afirma.
Nassif diz que Garotinho é um político local que tentou se transformar em líder nacional e não tem vinculação nem com esquerda, nem com direita, nem com intelectuais, nem com juristas. Não tem aliados nos partidos maiores, menos ainda na mídia.
"A prisão do casal Garotinho, a humilhação a que foram expostos por procuradores – que permitiram cenas da prisão no Fantástico -, a perseguição implacável da mídia, cobrando até a submissão de Rosinha às faxinas do presídio, mostram o Rio de Janeiro definitivamente como uma terra de ninguém", diz Nassif.
"É covardia dos eminentes magistrados, é covardia da Globo, é covardia de todos os que se calam, porque as vítimas não se enquadram a nenhum dos escaninhos do poder ou da oposição. Defender Garotinho não enriquece currículos. Por isso, mais do que os prisioneiros políticos da Lava Jato, a prisão do casal Garotinho é o maior desafio que os direitos individuais enfrentam nesse país sem leis", afirma.
Leia o texto na íntegra no Jornal GGN.
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
É preocupante o nível de desconfiança da população nas principais instituições brasileiras
Apesar de a democracia está plenamente consolidada no Brasil, parcela significativa da população não confia nas nossas principais instituições. O Co

Intensifica a costura de acordos políticos para o governo de Rondônia
Começam a esboçar as pré-candidaturas ao governo de Rondônia. Por enquanto, oito políticos aparecem como possíveis concorrentes ao comando do Paláci

Quem se mete com o mundo islâmico apanha
O grande erro estratégico do Ocidente e o nascimento de uma nova ordem multipolarI. O Ego como Destino: A Herança ProtestanteHá uma linha invisível
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)