Sábado, 18 de julho de 2009 - 16h39
Faustino Vicente*
A complexidade do mundo dos negócios sinaliza a tendência de que, no futuro haverá apenas dois tipos de empresas,aquelas que se apaixonaram em se reinventarem e aquelas que estarão desaparecendo agarradas as suas ultrapassadas certezas. O fato do conceito de gestão organizacional estar disponível nas universidades, na literatura, nos meios de comunicação, nos milhares de eventos anuais e na Internet comprova que, o desafio já não encontra-se mais no o que fazer,mas sim no como fazer.
O exemplo está nos grandes temas que afligem a humanidade - todos falam dos problemas com muita propriedade,porém das soluções com extrema precariedade.Como o nascimento de gênios é episódico, destacamos entre as características dos que almejam uma carreira bem-sucedida : a curiosidade, a imaginação e a criatividade - medalhas olímpicas do processo gerencial. Mas, qual é o significado da palavra curiosidade? Desejo de ver, saber, informar-se,desvendar, alcançar, aprender, conhecer, investigar determinados assuntos e procurar coisas raras e originais.
Concluímos que a curiosidade é uma porta,com a chave pelo lado de dentro. Dom natural de todo Ser humano,ela fez de Leonardo da Vinci (1452-1519) a sua estrela maior. Senão vejamos. Ele foi inventor, cientista, escultor, engenheiro, músico, desenhista, cartógrafo,matemático e arquiteto,além de dominar outras áreas, como a física, astronomia,zoologia,botânica e fisiologia. Sua genialidade o consagra como o profeta da criatividade.Ele viveu séculos à frente do seu tempo. Qualidades naturais e determinação pessoal a parte,as empresas devem dar oportunidades (iguais) para que o funcionário possa revelar e/ou desenvolver o seu potencial.
Mais do que nunca investir em recursos humanos é a diferença que faz a diferença, pois somente a inteligência tem o poder de gerar riquezas
* Faustino Vicente - Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos, Advogado e Professor - e-mail: faustino.vicente@uol.com.br
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