Sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 - 07h40
Na poesia do Carlos Moreira o Nada é Tudo
A propósito do livro “Tetralogia do Nada” de Carlos Moreira
Adentrar na poética imagética de Carlos Moreira, como diz um verso da minha poesia “Carrosséis Soturnos”, é “nadar em rio desfolhado de beira”. É demonstração clara e objetiva de como é grande e infinito o significado de uma palavra, e mais, mais infinito ainda, se assim podemos dizer, quando essas palavras se juntam em busca de um significado poético. Moreira sabe disso, daí abusar dos significados possíveis vários nas suas construções várias que nos
![]() |
|
Adaides Batista – Dadá |
Sábado, 21 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Só 200 cargos comissionados é pouco
Dependendo do número de habitantes do município, o executivo é obrigado a repassar à Câmara Municipal entre 3,5% e 7% da receita tributária e de tra

Vorcaro, “um homem de mãos e consciência limpas”!
O Brasil mais parece uma árvore centenária – bonita por fora, mas podre por dentro, completamente destruída pela ação do vírus da corrupção. E o pio

A cultura do colete salva-vidas
Eu não sei nadar. Consigo, sem problemas, entrar numa piscina para me divertir. Mas se for num grande volume de água, como um lago, o rio

O Martírio silencioso e a Urgência de ver e atuar Um relógio humano marca, a cada onze segundos, uma mutilação genital feminina no mundo. Este não
Sábado, 21 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)