Sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 - 07h40
Na poesia do Carlos Moreira o Nada é Tudo
A propósito do livro “Tetralogia do Nada” de Carlos Moreira
Adentrar na poética imagética de Carlos Moreira, como diz um verso da minha poesia “Carrosséis Soturnos”, é “nadar em rio desfolhado de beira”. É demonstração clara e objetiva de como é grande e infinito o significado de uma palavra, e mais, mais infinito ainda, se assim podemos dizer, quando essas palavras se juntam em busca de um significado poético. Moreira sabe disso, daí abusar dos significados possíveis vários nas suas construções várias que nos
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Adaides Batista – Dadá |
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Medalhas que inspiram o futuro da ciência
Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço.
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