Domingo, 29 de dezembro de 2013 - 06h44
Passadas as festividades do Natal, começamos a nos preparar para a virada do ano. Logo mais iniciaremos o ano 2014 da era cristã.
O ano de 2013 passará para a história da Igreja como o ano em que houve a renúncia de um papa e a eleição do primeiro papa latino-americano. Bento XVI renunciou ao cargo convencido de que a Igreja estava necessitada de alguém com mais forças e com mais liberdade para promover as mudanças que se mostram necessárias para o bem da Igreja. Francisco assumiu com a disposição de levantar a auto-estima da Igreja, redirecionando-a para os pobres e os marginalizados. Foi o que ficou evidente na escolha do nome “Francisco” e em sua primeira atitude como Papa eleito, ao se prostrar diante do povo reunido na praça de São Pedro e suplicar ao povo que orasse por ele. Em sua passagem pelo Rio de Janeiro e pelo santuário de Aparecida do Norte cativou a todos, incluindo aí crentes e não crentes, pessoas pobres e pessoas que formam a opinião pública. Com isso, os católicos terminam o ano de 2013 com uma disposição bem mais positiva e a esperança renovada, bem diferente daquela com que iniciaram o ano no dia 1° de janeiro.
O ano de 2014 começa com muitas incógnitas. Mas, para os cristãos, começa também com muitas esperanças. Em nível social vamos ter a Copa do Mundo, que vai alterar a programação de muitas entidades nos meses de junho e julho. Em nível político, vamos ser convidados a eleger nossos governantes maiores, ou seja, presidente, governador, senadores e deputados. Poderemos novamente ser envolvidos por grandes manifestos populares como os de junho de 2013. Com a ONU, vamos ser convidados a olhar para a agricultura familiar e rever o nosso modo de produzir alimentos.
Para a Igreja, o ano de 2014 vai ser o ano de firmar o jeito de ser do Papa Francisco. Vamos ter o sínodo extraordinário sobre família no mês de outubro, no qual a sociedade está depositando muita esperança e que servirá para firmar a posição da Igreja em relação às novas configurações de família. Junto com isso, a Igreja no Brasil vai realizar a Campanha da Fraternidade sobre o tráfico humano e também vai publicar o documento sobre a nova configuração das paróquias, em base às comunidades. Tudo isso ajuda a nos animar na esperança de que o ano de 2014 vai ser um bom ano.
Convido a nos unirmos em comunidade no final do ano para agradecer a Deus pelos inúmeros benefícios recebidos em 2013. Ao mesmo tempo convido a nos unirmos em torno do presépio para pedir as bênçãos para o novo ano, animados pela Sagrada Família e pelas comemorações do Dia Mundial da Paz e da Confraternização Universal. Que Maria Mãe de Deus e São José, o esposo de Maria, nos acompanhem e protejam. Um feliz Ano Novo para todos e para todas!
Fonte: CNBB
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