Segunda-feira, 7 de outubro de 2024 - 13h39

Ao contrário do que disseram
institutos de pesquisas, vai ter, sim, segundo turno em Porto Velho. A disputa ocorrerá
entre os candidatos Mariana Carvalho e Léo Moraes. Mais uma vez o tiro saiu
pela culatra. Com a palavra, os especialistas que tentaram incutir na cabeça de
incautos eleitores que a fatura eleitoral seria liquidada logo no primeiro
tempo da partida pela representante do União Brasil com 52% dos votos, mas não
foi isso o que as urnas revelaram.
Segundo dados do Tribunal Superior
Eleitoral (TSE), 268.585 eleitores compareceram às urnas, dos quais 250.013 validaram
seus votos, sendo 7.371 votos em branco, 11.201 votos nulos e, pasmem, 93.663
abstenções, quase a votação da primeira colocada Mariana Carvalho, que conquistou
111.329 votos, enquanto o candidato do Podemos contabilizou 64.125 votos. Léo quase
repetiu sua votação para deputado federal na eleição de 2018, quando teve 69
mil votos.
Acabou o primeiro tempo da partida.
Agora vai começar o segundo. É hora de zerar o cronômetro. Espera-se um segundo
turno bastante acirrado. A briga, agora, é pelos eleitores dos candidatos que
ficaram pelo meio da estrada. E não são poucos. São eles que vão fazer a
diferença. Por isso é preciso tomar muito cuidado no momento da abordagem.
Lembrando que nem todo eleitor quer saber de acusações levianas, manobras
capciosas e lavagem de roupa suja. Superado o primeiro obstáculo, a corrida
continua. Ela ainda não acabou.
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Aliados começam a assumir postos importantes no governo, de olhos voltados para a eleição deste ano
Pode-se utilizar quaisquer adjetivos, substantivos, analogias. Mas a verdade é que está iniciando, na reta final da administração Marcos

Vorcaro, uma bomba ambulante prestes a explodir!
Estava pensando outro dia como Daniel Vorcaro conseguiu montar uma máquina de corrupção tão sofisticada, a partir de um banco modesto, sem nenhuma e

Os Lusíadas e o espelho partido do mundo
Do Adamastor, o gigante de pedra e medo, ao tempo do Diabo contra o Diabo, onde já não há deuses, só abismos a fitarem-se Em 12 de março, sopram quatr

O Brasil precisa urgentemente de ter uma bomba atômica. Não! Não é para atacar ninguém e muito menos para jogar em nenhum outro país, mas para impor
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)