Segunda-feira, 8 de março de 2010 - 13h37
Na manhã desta segunda-feira (08), o prefeito Zé Rover (PP) se reuniu com representantes da sociedade civil organizada de Vilhena, secretários municipais e imprensa local, a fim de tornar público e pedir apoio em relação a problemas financeiros que vem enfrentando na área da Saúde, especificamente com alguns médicos do Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira.
De acordo com o prefeito, os médicos querem receber a mais do que o município pode pagar, e por conta disso vivem em constante ameaça de paralisação. “Existe um grupo de médicos dentro do hospital querendo impor maneiras e horários de trabalho, eu como chefe da administração municipal preciso desmontar este sistema, mas gostaria de ter o respaldo da sociedade”, declarou Rover alegando que o ônus sempre cabe a ele porque a população não tem informações suficientes e coerentes a respeito do que ocorre dentro do HR em relação aos médicos.
Existem dentro do HR mais de 80 médicos, os centros cirúrgicos e a maternidade foram reestruturados e a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi implantada, ações que tem gerado aos cofres municipais um gasto de mais R$ 1,5 mi por mês. “Estamos com um grande déficit no orçamento e precisamos tomar algumas medidas para reverter este quadro”, afirmou o prefeito lembrando que herdou uma dívida de cerca de R$ 3 milhões, o que comprometeu a manutenção dos serviços.
Todos os presentes na reunião apoiaram a decisão do prefeito, e alguns alegaram que este problema com médicos existe a mais décadas dentro do hospital, mas ninguém teve coragem de peitar e resolver.
Rover ouviu as opiniões e sugestões dos presentes, e uma comissão formada por representantes da prefeitura, sociedade civil organizada e Conselho Municipal de Saúde, irá marcar uma reunião com representantes dos médicos para buscar um consenso referente aos problemas instalados no HR e que já vem prejudicando a população vilhenense.
Fonte: Ascom
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