Quinta-feira, 11 de novembro de 2010 - 13h59
A usina de calcário durante muito tempo ficou fechada após o Ibama suspender judicialmente a exploração e lacrar todos os equipamentos sob alegação de crimes ambientais que na época estava sob o comando da Emal. Após seguidas negociações do governador com a gerencia nacional do órgão em Brasília foi liberado a exploração e a mesma passou ao comando do Estado, sendo hoje gerenciado pela Emater.
Há cerca de 20 dias, a usina que está localizada no município de Espigão do Oeste voltou a ligar suas máquinas e extrair o minério chegando a produzir até 330 toneladas por dia. O calcário é um minério muito importante para a agricultura, pois ajuda na correção de solo, contribuindo para a melhoria da lavoura e pastagens entre outros. Com a proibição do desmatamento, o minério aplicado ao solo degradado ajuda na melhor utilização da área e no aumento da produtividade, evitando novos desmate.
Recursos
Para adquirir o direito da exploração do calcário, o Governo do Estado através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Social (Sedes), indenizou a Emal, empresa responsável pela concessão da usina, em 3 milhões de reais, além de investir 500 mil reais no recondicionamento dos equipamentos operacional para continuar os trabalhos.
Para adquirir o calcário
O calcário é repassado por R$ 40 reais à tonelada. O produtor que desejar adquirir o produto, basta procurar um escritório da Emater na sua região e retirar o boleto bancário da quantia que desejar. Após o pagamento, a Emater envia o comprovante para os responsáveis pela entrega do produto. Para os produtores que adquirirem até 08 toneladas do minério, o transporte é gratuito, sendo realizado pela Sedes que dispõe de uma programação para atender o produtor devido a grande demanda.
Ao comentar a participação da Sedes no processo de transporte do calcário para os produtores rurais, o secretário Marco Antônio Petisco, disse que esta é mais uma ação do Governo do Estado para atender os pequenos produtores rurais e a agricultura familiar, “Temos ações em diversos campos e segmentos, mas sem esquecer os pequenos produtores que juntamente com suas famílias contribuem para o desenvolvimento do nosso estado”, declarou Petisco.
Linha de transmissão
Atualmente as máquinas da usina trabalham a base de óleo diesel. Mas a obra para a construção da linha de transmissão já está em execução e brevemente serão concluídas. A linha que conta com 52 km de extensão em modo trifásico, cujo valores investidos somam 2,5 milhões de reais, vai beneficiar toda a população ao longo da estrada.
Com a usina operando com energia elétrica a expectativa é o que o custo de produção diminua.
Fonte: Decom
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