Quinta-feira, 8 de janeiro de 2026 - 11h10

Por muito tempo, Porto Velho conviveu com um
sentimento silencioso de distanciamento entre a cidade e seus moradores. Em
2025, esse ciclo começou a ser rompido. O ano que terminou ficará marcado como
o período do resgate do amor pela capital, do reencontro com o pertencimento,
da reconstrução da autoestima coletiva e da ativação da memória afetiva de quem
vive, trabalha e cria raízes aqui.
Não foi um movimento espontâneo nem ocasional.
Houve estratégia. Houve decisão política. Houve comunicação com método,
estratégia. A cidade voltou a se ver nas ruas, nas praças, nos eventos, nas
obras e, sobretudo, na narrativa construída de forma contínua: Porto Velho tem
história, tem identidade e tem futuro.
O resgate histórico ganhou forma concreta. O
portovelhense voltou a celebrar sua origem, seus símbolos e suas referências. O
bolo que reuniu famílias, a locomotiva que reconectou gerações à Estrada de
Ferro Madeira-Mamoré, os grandes eventos públicos que devolveram o espaço
urbano às pessoas. Cada ação teve um papel claro: reacender vínculos emocionais
adormecidos e reafirmar que Porto Velho pertence a quem vive nela.
Esse reposicionamento simbólico caminhou lado a
lado com entregas objetivas. Obras estruturantes saíram do papel. O hospital
municipal deixou de ser promessa para se tornar realidade institucional. O
asfalto avançou, a drenagem começou a corrigir problemas históricos, a limpeza
urbana passou a ser tratada como política permanente, não como ação
emergencial. Projetos destravados, prêmios recebidos, reconhecimento externo e
uma cidade novamente visível no cenário nacional. Inclusive, pesquisas de
opinião indicam aprovação de 75% do Prefeito Léo Moraes, que é quem tem cuidado
da cidade.
Nada disso aconteceu por acaso. Foi resultado de uma estratégia de comunicação pública que assumiu protagonismo, colocou a cidade no centro do discurso e alinhou ação, narrativa e entrega. A comunicação passou a ser instrumento de gestão, de mobilização social e de reconstrução da confiança entre governo e população.
Muito mais será feito

Agora, Porto Velho virou a página. O ano de 2026 inicia com o orçamento pleno de uma nova gestão, com mais responsabilidade fiscal, compromissos maiores e projetos ainda mais robustos. Estão no horizonte grandes obras de infraestrutura, novos investimentos em saúde, ampliação do programa de pavimentação, avanços em drenagem urbana, mobilidade, ação e inclusão social, requalificação de espaços públicos e políticas estruturantes que exigem planejamento, execução e transparência.
O tom muda. Se 2025 foi o ano do resgate, 2026 será o ano da consolidação. Menos discurso simbólico, mais entrega estruturada. Menos reconstrução emocional, mais transformação concreta da cidade.
Nesse contexto, o prefeito Léo Moraes segue nas telas digitais e dos veículos de comunicação. Não por ansiedade política, mas no tempo certo. Para dizer, com clareza, o que a população pode esperar dele em 2026. Para alinhar expectativas, reafirmar compromissos e assumir publicamente a dimensão dos desafios que vêm pela frente.
Porto Velho voltou a se olhar com orgulho. Agora, entra em uma nova fase: a de provar que esse reencontro com a cidade não foi apenas um momento, mas o início de um novo ciclo de desenvolvimento, identidade e responsabilidade pública.
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