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Segunda ponte do rio Urupá sairá do papel



O diretor-geral do DER, engenheiro Lúcio Mosquini garantiu nesta semana ao jornalista Roberto Gutierrez, de que até o fim deste ano estará concluído o projeto para a construção da segunda ponte sobre o rio Urupá, em Ji-Paraná. A Ponte será responsável por interligar o primeiro ao terceiro Distrito.

Segundo Mosquini, o DER está produzindo pelo menos 40 projetos de pontes para todo o Estado.

“Estes projetos serão colocados em prática, ou seja, se tornar ponte de fato, a medida do possível e das necessidades. São pontes pequenas e médias”, disse.

Quanto à ponte do Urupá, só no próximo ano ela deverá ser licitada. “Precisamos fazer isso de forma que, no período da estiagem, possamos estar com tudo pronto para colocá-la em prática”, comentou.

Mosquini disse que o governador Confúcio Moura (PMDB) entende que essa ponte é de grande importância para Ji-Paraná, em especial, ao Terceiro Distrito, que está sendo implantado.

Atualmente, a ponte existente é limitada à passagem em um sentido por vez. Essa condição inibe investimentos e transforma o local em área de risco para acidentes. O valor global da nova ponte deve girar em torno de R$ 3 milhões.

Investimentos de R$ 50 milhões

Só o Grupo Guareschi investirá pelo menos R$ 50 milhões no Terceiro Distrito. Metade desse valor, nos próximos dois anos. O primeiro passo será com o lançamento do conjunto habitacional Ecoville, que contará com rede de água, esgoto, rede elétrica e ruas pavimentadas com asfalto quente.

Estratégia

Para se antecipar aos problemas que ocorrem todos os anos com as chuvas em Rondônia, o DER já adquiriu mais de mil tubos especiais, manilhas, estocou pranchas e montou um plano estratégico com o mapeamento de todos os pontos naturais de enchente 52 municípios de Rondônia.

“A qualquer ocorrência de ponte que rodar com a enchente, rompimento de bueiros ou pontilhões, teremos que consertar em pelo menos três dias. Só teremos condição de fazer isso se estivermos preparados, pois, a burocracia natural da compra de material e equipamentos, impede uma ação devidamente emergencial”, justificou Mosquini.

Além disso, o DER, durante o governo Confúcio, já construiu 30 pontes de concreto substituindo às de madeira, bem como a colocação de tubos de aço galvanizado e galerias em locais, nos quais, tecnicamente, é possível garantir a vazão da água, ao invés das velhas pontes de madeira. 


Fonte: Roberto Gutierrez

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