Quinta-feira, 6 de março de 2014 - 13h17

Com incentivo dos professores Alexandre Meneguelli e Débora Fumagali, os indígenas, de 25 a 75 anos, começaram a ser cadastrados no programa e logo nas primeiras aulas já demonstravam interesse em prosseguir com os estudos. Durante o período do curso, Meneguelli diz que a frequência dos alunos era 100%. “Eles faltavam somente em caso de saúde pessoal ou de familiares e, mesmo assim, a preocupação em avisar os professores era imensa”, lembra.

Após oito meses de aprendizado, grande parte dos alunos conseguiu adquirir a habilidade de escrita e leitura, mesmo com alguns apresentando um maior grau de dificuldade por conta da introdução da linguagem e problemas visuais. Seis dos 30 estudantes conseguiram elevar seus conhecimentos e atualmente estão matriculados no ensino regular na Escola I’Tarap. “Nós queremos continuar com as aulas no próximo ano. Não queremos parar mais de estudar”, afirma o cacique Firmino Arara.
Para os professores, as aulas com os indígenas era uma troca de vivências e conhecimentos, o que as tornavam gratificantes. “O mais importante de tudo era a emoção do aluno quando ia aprendendo e conhecendo a escrita e leitura de diversas palavras, principalmente na língua nativa. Ao mesmo tempo ensinamos e aprendíamos com a garra dessas pessoas”, conta Alexandre.
Novas matrículas de mais alunos indígenas já foram realizadas para o ano letivo de 2014 dentro do Brasil Alfabetizado, que é coordenado pela Seduc. As aulas estão previstas para começar até o fim deste mês.
Texto: Ascom/Seduc
Fotos: Alexandre Meneguelli
Decom – Governo de Rondônia
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