Porto Velho (RO) segunda-feira, 21 de setembro de 2020
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Hospital de São Francisco com mais 20 mil atendimentos


Com um gasto mensal na casa dos R$ 850 mil, o Hospital Regional de São Francisco do Guaporé (HRSFG) completou um ano de funcionamento neste início de setembro. Foram realizados mais de 20.400 atendimentos à população não só do município, bem como de Costa Marques, Seringueiras e São Miguel do Guaporé, abrangendo uma população em torno de 65 mil pessoas. Em um ano de funcionamento, também recebe destaque os 241 partos realizados na unidade.
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De acordo com o diretor-geral da unidade, o médico Antônio Jorge Tenório, chegam, mensalmente, mais de oito toneladas de medicamentos avaliados em mais de R$ 250 mil, além de outros R$ 100 mil gastos com material hospitalar. “Para se ter uma ideia do custo desses remédios, apenas as 60 ampolas de Alfaporactante, entregues hoje no Hospital Regional, custaram ao governo do Estado cerca de R$ 56.600”, destaca.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) também investiu, recentemente, R$ 95 mil na aquisição de uma ambulância para o Hospital Regional e nas adaptações necessárias para o transporte de pacientes de urgência e emergência. O HRSFG utiliza as ambulâncias para encaminhar os pacientes para Ji-Paraná, Cacoal e Porto Velho, conforme orientação da equipe médica.

O diretor-geral Antônio Tenório explica que, “apesar do Hospital Regional de São Francisco ser voltado para o atendimento de média complexidade, realizamos também atendimento de pronto socorro”, que, segundo ele, foi uma determinação do governador Confúcio Moura como uma forma de auxiliar o Município.

Entretanto, conforme determina a legislação brasileira e as diretrizes do Ministério da Saúde, a Atenção Básica e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são de responsabilidade dos Municípios. Dessa forma, mais uma vez o Governo da Cooperação entra para contribuir na melhoria da saúde de toda a população.

Quanto à medicina de Alta Complexidade, o diretor-geral do HR de São Francisco do Guaporé diz ainda que, juntamente com a alta complexidade, vem junto o alto custo, sem necessariamente demandar emergência no atendimento. “Realizamos aqui os procedimentos necessários para encaminhar com reduzidos riscos de vida os pacientes das áreas de cardiologia, neurologia, pneumologia, dermatologia, hematologia, entre outras especialidades para Porto Velho, que possui toda a equipe e infraestrutura necessária para tratar dessas pessoas”, destaca Antônio Jorge Tenório.

O Hospital Regional de São Francisco do Guaporé possui uma equipe que conta com 124 servidores estaduais, entre médicos, enfermeiros, nutricionista, psicóloga, assistente social, técnicos da área de saúde e servidores administrativos. Além d os prestadores de serviço de segurança, limpeza e cozinha.

Um ano de vida

Nilzana Alves Gomes e Marcio Mateus do Carmo estão casados há 17 anos. Eles têm um filho, Mateus Vinicius, de 14 anos, que mora com familiares no sul do país. Em 2010 veio a vontade de ter mais um filho, especificamente uma menina. “Eu nem acreditei quando soube, porque ficamos muito tempo tentando. Fiquei maravilhada. Aí, até os seis meses foi bem tranquilo, só que a nenê encaixou, entrou na posição de parto, e tive que ficar mais de repouso”, explica a professora Nilzana.

Quando foi no dia 11 de setembro de 2012, primeiro dia de funcionamento do Hospital Regional de São Francisco do Guaporé, a professora Nilzana Alves Gomes, sob o acompanhamento pré-natal do médico Johnny Silva Rodrigues durante toda a gravidez, deu à luz ao primeiro bebê nascido na Unidade. Às 9h30min, com 3,125 kg e 49 cm, nasceu a Maria Elisa Gomes do Carmo, uma homenagem às duas avós, Maria e Elisa.

Apesar do marido não ter sido autorizado a ficar com ela, Marcio destaca que “pelo que eu vi, a Nilzana foi muito bem atendida por todos, médicos, enfermeiras, técnicas, todo um pessoal muito competente”. A professora Nilzana e o bebê saíram no dia seguinte.

Hoje, com um aninho de idade, Maria Elisa tem toda a atenção dos pais. “Estamos curtindo essa fase. Só queremos aproveitar agora”, diz Nilzana, que ainda conta com orgulho que com 10 meses Maria Elisa já começou a balbuciar “mamã” e que já anda para todo lado.

Fonte: : Luiz Augusto Rocha / Foto: Luiz Augusto Rocha / Decom
 

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