Sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Municípios

Emater vai recolher embalagens de agrotóxicos em 1.500 propriedades rurais



Cerca de 1.500 produtores rurais do distrito de Nova Londrina, em Ji-Paraná, vão participar pela primeira vez de um mutirão para recolher embalagens de agrotóxicos descartadas nas lavouras, pastagens, fundos de quintal ou em áreas inapropriadas para o descarte destes materiais.

A iniciativa é da Emater/RO na localidade e acontece no próximo dia 25, quando, segundo Dimas Cerroni, chefe do escritório local, serão instalados dois postos de coleta, um na Vila Santo Antônio, pela manhã, e outro na própria sede da Emater, no período da tarde.

“Este trabalho atende a uma determinação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, pois, a partir de 1º de janeiro de 2009, nenhuma embalagem utilizada, de qualquer tipo de defensivo agrícola, poderá ser entregue para devolução se não estiver acompanhada da respectiva nota fiscal de compra”, explica Dimas.

Como existe um grande número de embalagens de herbicidas, fungicidas e produtos para sanidade animal espalhados nas centenas de pequenas propriedades locais, uma das mais produtivas da área região central do estado , e como a maioria dos produtores, sem ter ciência da exigência legal, não guardaram as Notas Fiscais, a Emater enxergou nesta “janela de tempo” daqui até o início do próximo ano, uma oportunidade para regularizar a situação.

Segundo o engenheiro agrônomo Alexandre Aguiar, também da equipe da Emater e que irá participar dos trabalhos, o recolhimento obedece a uma sistemática que começa na fábrica, passa pelo comerciante até fechar o círculo, com a participação imprescindível dos agricultores: “Quando o defensivo agrícola sai da loja, o produtor recebe, junto com a nota fiscal, um receituário agronômico, que lhe permitirá fazer a devolução da embalagem vazia, tudo dentro da lei”.

Em Ji-Paraná, funciona uma associação de empresas revendedoras de produtos desta natureza, que se responsabiliza em manter uma unidade de prensagem na cidade, para onde deverão ser encaminhados todas as embalagens, por iniciativa do próprio produtor, a partir do início do próximo ano. Depois de pré-processado na cidade, todo o material é despachado para fábricas de produtos elétricos (conduítes) no Sul do país, para serem reciclados e reaproveitados.

Fonte: Decom

Gente de OpiniãoSexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Decreto municipal proíbe paredões de som automotivo durante o carnaval em Porto Velho

Decreto municipal proíbe paredões de som automotivo durante o carnaval em Porto Velho

A Prefeitura de Porto Velho está implementando medidas mais rigorosas, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentáve

Área de preservação invadida é recuperada pela Prefeitura de Porto Velho

Área de preservação invadida é recuperada pela Prefeitura de Porto Velho

Na manhã desta terça-feira (3), a Justiça de Rondônia determinou o cumprimento de sentença contra os responsáveis por um estabelecimento comercial do

Curumim Folia 2026 valoriza inclusão, cultura e lazer para crianças e famílias de Porto Velho

Curumim Folia 2026 valoriza inclusão, cultura e lazer para crianças e famílias de Porto Velho

O Curumim Folia 2026 valorizou a importância da inclusão do público infantil na programação oficial do Carnaval de Porto Velho (Béra Folia), criando m

Carnaval Seguro em Porto Velho começa sem registros de violência e proteção a públicos prioritários

Carnaval Seguro em Porto Velho começa sem registros de violência e proteção a públicos prioritários

O primeiro dia do Carnaval Seguro foi encerrado com um balanço altamente positivo em Porto Velho, resultado de planejamento, presença no território e

Gente de Opinião Sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)