Segunda-feira, 2 de março de 2009 - 11h38
Já está reaberto para o tráfego o trecho interrompido da BR-429 pelo desabamento de uma ponte de madeira perto de Alvorada do Oeste. Outro ponto crítico instalou-se na vazante do rio São Miguel, a aproximadamente 13 quilômetros do município de São Miguel do Guaporé, onde o rio transbordou e carregou uma ponte de madeira. O DNIT restaurou a primeira delas e instalou um pontilhão provisório na outra, para possibilitar a liberação do tráfego até então paralisado.
A informação é do superintendente regional do DNIT, José Ribamar da Cruz Oliveira, que confirmou também a construção de um novo pontilhão, ao lado do provisório, no rio São Miguel, obra também já iniciada. Ele explicou que está sendo implantado ali um aterro para elevar o piso da rodovia, de forma a prevenir novos transbordamentos do rio. Mas advertiu que a normalidade à qual se referiu está limitada à precariedade natural daquela rodovia, situação que começa a mudar nos próximos dias, com o início das obras do asfaltamento.
Ribamar Oliveira está em contato permanente com os engenheiros Plínio Gomes e José Luiz Monteiro, responsáveis pela fiscalização da rodovia, que registram quaisquer novos incidentes naquela área. Segundo ele, novas dificuldades já estão praticamente anunciadas, já que as chuvas vão continuar e a situação atual da BR-429 não admite a intensidade do tráfego pesado, com grande número de carretas empregadas no transporte de madeira e gado, os chamados bi-trens.
Com isso, os trechos com atoleiros recuperados pelo DNIT reaparecem logo nas primeiras chuvas, com o peso das carretas. Os engenheiros estão sugerindo inclusive a alternativa de reduzir o limite de peso dos veículos para que todos os usuários da rodovia não sejam penalizados pela ação dos toreiros.
Fonte: Carlos Henrique
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