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Chuva deixa em alerta cidades às margens dos rios Madeira, Guaporé e Machado



Com a permanência das chuvas fortes nas cabeceiras dos principais rios de Rondônia, o nível de muitos sobe rapidamente colocando em risco a população de vários municípios.

Daniel Panobianco – A última medida das estações telemétricas da ANA (Agência Nacional de Águas) aponta para um lado preocupante no nível dos rios em Rondônia. Das 5 estações coletoras, 4 apresentam indicativo de nível acima da média, o que já é considerado como Estado de Atenção, pois uma cheia torna-se cada vez mais possível, dependendo do regime de chuvas ao longo do percurso.

As estações que apresentam níveis acima da média são: Morada Jusante, localizada no distrito de Abunã, na fronteira com a Bolívia, onde o nível do rio Madeira está em 13,83 metros, quando o normal seria de 13,72 metros.

Em Ji-Paraná, o nível do rio Machado às 10 horas de hoje chegou a 9,85 metros, quando o normal seria de 9,78 metros.

No distrito de Tabajara, em Machadinho d' Oeste, o nível do rio Machado também está acima da média, com 9,92 metros, quando o normal seria de 9,90 metros.

Na faixa oeste, o nível do rio Guaporé em Pimenteiras do Oeste está em 6,85 metros, quando o normal seria de 6,59 metros.

As estações ainda mostram uma pequena diminuição no nível dos rios Jaru, na mesma cidade, com nível de 6,72 metros e no rio Jamarí, em Ariquemes, onde o nível atualmente é de 7,02 metros.

Uma elevação progressiva na região de Morada Jusante, onde o rio Madeira se forma, indica a possibilidade de cheia em Porto Velho, haja visto que as chuvas continuam nas bacias dos rios Beni e Mamoré, na Bolívia. Na região de Humaitá, no Amazonas, o Madeira já está em 23,10 metros, quando o normal seria de 22,95 metros. Diversas fazendas estão alagadas ao longo do Madeira, até Manicoré, centro-leste amazonense.

Na região central de Rondônia, o nível do rio Machado também é preocupante nas regiões de Cacoal, Presidente Médici e Vale do Anari.

A previsão ainda é de chuvas significativas nos próximos dias, o que aumenta o receio de enchente nos três maiores rios do Estado, onde atualmente residem mais de 700 mil habitantes em Porto Velho, Ji-Paraná, Pimenteiras do Oeste, Cacoal, Presidente Médici e Machadinho d' Oeste juntas.

Dados: ANA – CPTEC/INPE
Fonte: AMAZONIAOVIVO.COM

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