Quarta-feira, 6 de junho de 2012 - 15h27
De acordo com a diretora de operações da companhia, Débora Medina, em 2008, durante reunião em Brasília, ficou acordado o remanejamento da adutora. O serviço ficou a cargo do DNIT e da empresa GM, vencedora do certame licitatório para obras de duplicação da ponte. Um ano depois, atendendo solicitação do prefeito Bianco, a Caerd fez a aquisição de aproximadamente R$ 600 mil em tubos. Até hoje, a obra não foi realizada. A construtora GM não teve o contrato aditivado pelo governo federal para execução do serviço e o todo o material comprado permanece no pátio da autarquia.
Em abril deste ano, a Gerência da Caerd de Ji-Paraná informou através de comunicado interno, o vazamento sob o encabeçamento da ponte, no primeiro distrito, margem direita do rio. O documento apontou para o iminente rompimento e graves consequências. Em caráter emergencial, a presidente da companhia, engenheira Márcia Luna, contratou uma empresa para realizar a obra de remanejamento da adutora, retirando-a da região de estabilidade do aterro.
“Foi autorizada a abertura de processo administrativo e contratação, mas infelizmente o rompimento aconteceu na véspera do feriado do dia do trabalhador, no dia 30 de abril. Mesmo sendo ponto facultativo havia uma equipe no local, comandada pela diretora de operações Débora Medina”, explica Márcia Luna.
A ordem de serviço foi assinada no dia 2 de maio e as obras já estão em fase final de concretagem dos pilares de sustentação da tubulação desviada. Em 15 dias, toda a obra estará concluída.
Durante a inspeção, a Caerd encontrou outras avarias na tubulação da adutora. De acordo com os técnicos e engenheiros, os danos foram causados por reparos não autorizados pela Companhia. Detectada a intervenção clandestina, a empresa registrou ocorrência policial.
A engenheira Márcia Luna também rebate críticas do DNIT, que afirmou à imprensa que notificará a Caerd porque a tubulação antiga vai permanecer no local. “É lógico que a tubulação estará em desuso, portanto, absolutamente sem água. Como poderia causar qualquer problema se estará sem carga?”, questiona a presidente da Caerd.
Fonte: Decom
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