Porto Velho (RO) quarta-feira, 1 de abril de 2020
×
Gente de Opinião

Mundo - Internacional

Venezuela alivia tom do discurso contra o etanol


Ricardo Galhardo, Enviado especial - Agência O Globo PORLAMAR, Venezuela - Ao chegar à Venezuela para a primeira Cúpula Energética da Comunidade Sul-americana de Nações, que começa nesta segunda-feira com a presença de 11 presidentes da região, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá se deparar com um ambiente bem menos hostil em relação ao etanol. Crítico ferrenho do biocombustível, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o ministro da Energia venezuelano, Rafael Ramirez, trataram de minimizar o clima de disputa entre o etanol e o petróleo. Em seu programa de rádio neste domingo, Chávez reiterou que sua disputa é com o presidente dos EUA, George W. Bush, e não com o brasileiro. - Uma coisa é o plano de Lula e outra coisa bem diferente é o plano de Bush - disse. Já Ramirez disse que etanol e petróleo deverão se complementar como alternativas energéticas. Chávez, assim como o presidente cubano, Fidel Castro, disse que a expansão das plantações de cana-de-açúcar poderia levar à fome milhões de pobres no planeta. Ironicamente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou estudo que endossa a tese.

Mais Sobre Mundo - Internacional

Pesquisa mostra características de pessoas infiéis

Pesquisa mostra características de pessoas infiéis

Pesquisadores de universidades americanas sugerem que os potenciais infiéis têm um perfil: Apresentam níveis educacionais e financeiros acima da méd

O minério Niobium da Amazônia brasileira desperta cobiça internacional por ser estratégico para as indústrias

O minério Niobium da Amazônia brasileira desperta cobiça internacional por ser estratégico para as indústrias

Quem pensa que o presidente francês Emmanuel Macron foi o primeiro presidente de uma potência europeia a questionar a soberania brasileira sobre a 

Suicídio - OMS alerta para adoção de estratégias de prevenção

Suicídio - OMS alerta para adoção de estratégias de prevenção

Dos 183 países integrantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 38 pesquisados pelo organismo, entre eles o Brasil, contam com uma estratégia