Segunda-feira, 7 de setembro de 2015 - 06h43
Monica Yanakiew – Correspondente da Agência Brasil/EBC
A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) terá, a partir de novembro de 2017, uma Bienal Internacional de Arte, com obras do mundo inteiro – mas principalmente de artistas dos 12 países-membros. “É a primeira bienal que não foi criada por uma cidade ou por um país – mas, sim, por um bloco regional”, disse o diretor do evento, o argentino Aníbal Jozami.
A sede da bienal será o Centro Cultural Kirchner, em Buenos Aires, capital da Argentina, que foi inaugurado este ano no antigo Palácio dos Correios. Com uma área de 116 mil metros quadrados, o centro é um dos maiores do mundo. Apesar do espaço para expor as obras, Jozami quer que o acervo seja itinerante. “A ideia é posicionar a arte sul-americana no mundo”, disse.
Reitor da Universidade Nacional Três de Febrero (Untref) e colecionador de arte, Jozami foi eleito diretor da bienal pelos ministros da cultura da Unasul. Recentemente ele organizou, em Buenos Aires, uma exposição do fotografo brasileiro Vik Muniz.
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