Domingo, 2 de maio de 2010 - 13h03
A mancha de petróleo provocada pelo afundamento de uma plataforma da British Petroleum (BP) no Golfo do México é pelo menos três vezes maior do que se previa inicialmente, segundo um pesquisador da Universidade de Miami, que se baseia em imagens de satélites.
“De acordo com as últimas imagens de satélites que recebemos, o tamanho do derramamento é três vezes maior que o estimado anteriormente”, disse Hans Graber, diretor de um centro de análises de imagens por satélites (CSTARS) da Universidade de Miami.
O derramamento do produto no Golfo do México ameaçava agravar-se neste sábado, em meio a várias operações para contê-lo.
Dispersão
Segundo a guarda-costeira e a empresa BP, várias equipes trabalharam durante toda a noite para injetar 11.400 litros de produtos dispersantes, e os resultados eram avaliados neste sábado.
Equipes de emergência deslocavam-se para as zonas litorâneas ameaçadas para realizar operações de limpeza. A BP pôs à disposição do público um número telefônico gratuito para os que quiserem se apresentar como voluntários.
Mais de 84 km de diques flutuantes foram mobilizados para tentar conter a mancha de petróleo. Mais de 3,8 milhões de litros de petróleo misturado com a água já foram retirados do mar.
Outras duas plataformas no Golfo do México foram obrigadas a cessar suas operações por motivos de segurança e uma foi evacuada.
Rio Mississipi
Uma parte das águas do Mississippi, o maior rio do país, estava sendo desviada em direção às áreas pantanosas para conter a mancha negra, declarada "catástrofe nacional" pelo governo.
Segundo o presidente Barack Obama, 1.900 funcionários federais e 300 embarcações e aeronaves estão na região. Obama chegará ao local domingo, confirmou a Casa Branca.
A área da mancha é estimada em mais de 1.500 km2, isto é, a superfície de uma grande aglomeração urbana, como a de Londres.
Centenas de quilômetros de zonas litorâneas estão ameaçadas em Louisiana, Mississippi, Alabama e Florida, área que representa 40% da região pantanosa do país.
"Para as aves é o pior momento: é o período de reprodução e de nidificação", observou Melanie Driscoll, da organização ecologista Audubon Society. A região costeira da Louisiana constitui um santuário da fauna.
Fonte: Band News / Fábio Mendes
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