Domingo, 4 de dezembro de 2011 - 07h34
Segundo os organizadores, foram cerca de 20 mil pessoas. Nas estimativas da polícia, os manifestantes não passaram de seis mil.
A reportagem é da Agência Efe e publicada pela Agência Estado, 03-12-2011.
Grupos de ecologistas, sindicatos, organizações religiosas e defensoras dos direitos civis convocaram a manifestação contra o aquecimento global.
A marcha, que contou com representantes de organizações como Greenpeace, World Wildlife Fund (WWF) y Oxfam, partiu da Universidade Tecnológica de Durban, e transcorreu de forma pacífica até o centro de conferências de Durban, local das negociações oficiais.
Os manifestantes entregaram um memorando com as demandas por uma "justiça climática" aos responsáveis pela COP-17, que acontece até o dia 9 de dezembro.
Escoltada por um forte esquema de segurança policial, a secretária-executiva da convenção, a costa-riquenha Christina Figueres, e a presidente da COP-17, a ministra sul-africana Maite Nkoana-Mashabane, saíram do centro de convenções e se reuniram na rua com os manifestantes e receberam o documento com as demandas dos ativistas.
Ambas subiram no caminhão da organização para se dirigir aos manifestantes, que levavam cartazes com o lema "Pare a mudança climática".
"Estou aqui como presidente da COP-17 para dizer que vamos ler o documento com muita atenção porque a sociedade civil é um importante componente da COP. Queremos nos certificar de que os países escutem suas demandas como nós temos escutado", disse a ministra.
Figueres, por sua vez, assegurou estar pedindo aos países que façam mais. Ela ainda agradeceu os manifestantes por levar as demandas da população de Durban e das pessoas no mundo todo.
Os organizadores, por sua vez, pediram que elas fizessem mais. "Não temos outra opção a não ser ir às ruas, porque esta COP não nos representa. Se assim fosse, eles teriam se sentado conosco para ouvir nossas demandas. Agora é o momento de tomar nossas próprias decisões", disse à Efe Bandile Mdladose,
Secretária-geral do movimento Abahlali, e uma das porta-vozes da marcha.
Após a parada na frente da sede do encontro, a manifestação seguiu até a orla marítima da cidade, onde estão previstos concertos e atividades lúdicas.
A COP-17 entra nesta segunda-feira, 6, na semana definitiva com a chegada gradual dos chefes de Estado e de Governo, além dos ministros. Os representantes de alto nível discutirão a renovação do Protocolo de Kyoto de redução de emissões de gases que levam ao efeito estufa, que expira em 2012.
Fonte: IHU
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