Segunda-feira, 16 de junho de 2025 - 18h03

Em meio ao agravamento da crise no Oriente Médio, o
governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha (União Brasil), falou ao vivo com
duas redes de televisão nesta segunda-feira (16) sobre sua permanência em
território israelense. Rocha é um dos integrantes da comitiva do Consórcio
Brasil Central que viajou a Israel para tratar de acordos na área de
tecnologia. As entrevistas foram concedidas à CNN Brasil e à Record News e
abordaram a situação dos brasileiros que ainda aguardam para deixar o país.
Na CNN, Marcos Rocha explicou que o grupo do qual
faz parte ainda não foi retirado porque há um plano de saída organizado pelas
embaixadas envolvidas. “O grupo de prefeitos foi definido pela embaixada de
Israel, que eles deixariam Israel. O grupo que eu faço parte, que é o grupo do
Brasil Central, um consórcio de governadores, já está sendo trabalhado também
pela embaixada”, disse o governador durante o programa Bastidores CNN.
O chefe do Executivo estadual relatou que permanece
em Israel por decisão própria, com a intenção de priorizar o retorno de pessoas
com maior necessidade. “Eu optei por deixar que aqueles que estão mais ansiosos
ou que precisam de medicamentos, que não conseguem comprar aqui, possam ir na
frente”, afirmou. Ele também pontuou que, apesar dos ataques, há segurança
garantida pelas autoridades locais. “Nós estamos protegidos. Existem os
bunkers, existem os locais de maior proteção”, disse, acrescentando que os
sistemas de defesa israelenses têm interceptado boa parte dos mísseis e drones
lançados.
Ainda na conversa com a CNN, Rocha comentou os
impactos do conflito na última noite. “Essa noite foi uma noite intensa, é bom
que você saiba disso. Nós escutamos as explosões. Houve oito mortes e cem
feridos, foi informação das autoridades que chegou para mim”, afirmou. Ele
reforçou que a viagem teve como objetivo buscar soluções tecnológicas para o
estado e que a missão vinha sendo organizada desde que outros governadores,
como Ronaldo Caiado (GO) e Tarcísio de Freitas (SP), estiveram no país em
março.
Em entrevista à Record News, o governador reforçou
que a situação no local exige cautela e ação coordenada entre os países. “Aqui
existem vários grupos de brasileiros e também de outros países. E o Estado de
Israel tem tratado a todos com muita dignidade”, afirmou no programa Conexão
Record News. Ele voltou a mencionar a importância de permitir que deixem Israel
primeiro os que enfrentam dificuldades de saúde ou ansiedade.
Rocha explicou que os alertas de risco são
frequentes e seguidos por orientações imediatas. “Volta e meia a gente escuta
uma sirene. Essa sirene ecoa por todo o Estado de Israel. Ao mesmo tempo
recebemos aviso por telefone, existem sons instalados em todos os lugares para
que as pessoas busquem abrigo”, relatou. De acordo com ele, a movimentação para
os bunkers ocorre rapidamente após cada sinal de ataque.
Questionado pela jornalista Kelly Godoy sobre os
riscos causados pelos destroços, o governador respondeu: “Muitos dos mísseis
que são interceptados acabam caindo em algum local e podem causar danos. Também
alguns mísseis que porventura passem têm causado estrago em Israel”. Ao final
da conversa, Rocha disse que aguarda o momento em que será possível retornar.
“Quem está trabalhando em cima dessa situação é o governo de Israel e também o
governo do Brasil através das suas embaixadas”, explicou.
As duas participações aconteceram ao vivo na
televisão e revelaram os bastidores da permanência do governador durante os
ataques, além de destacar os esforços conjuntos entre governos e representações
diplomáticas para garantir a saída segura dos brasileiros que permanecem em
Israel.
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