Porto Velho (RO) quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
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Exército boliviano ocupa empresa de petróleo invadida


Agência O GloboRIO - O Exército da Bolívia ocupou uma empresa de petróleo - subsidiária da Shell - que tinha sido invadida por manifestantes, no departamento de Santa Cruz. O governo boliviano mandou quatro ministros à região para negociar com os manifestantes.Estradas de acesso à Argentina estão bloqueadas há oito dias. Mais de 100 caminhões com combustível não têm como passar. O protesto foi na cidade de Camiri, a 300 quilômetros de Santa Cruz de La Sierra.O fim de semana foi violento. Manifestantes invadiram a empresa multinacional, que produz gasolina e diesel. As válvulas por onde passa o combustível foram fechadas.Oitenta soldados do Exército boliviano foram chamados para expulsar os invasores. Houve muita confusão e tiros. Foram seis confrontos em dois dias. Um cinegrafista da TV boliviana foi atingido na barriga pelos disparos.Os manifestantes exigem que o presidente Evo Morales coloque em prática, efetivamente, a lei de nacionalização do gás e do petróleo, assinada em maio do ano passado. Os bolivianos reivindicam a retomada de 14 campos de petróleo que estão sendo administrados por empresas estrangeiras.Em Santa Cruz de La Sierra e no departamento de Cochabamba eles querem as refinarias da Petrobras, por serem estratégicas para o abastecimento interno.A Petrobras produz na Bolívia cerca de 20 mil barris de petróleo e mais de 15 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Para suspender os protestos o governo boliviano anunciou que está negociando a compra das refinarias brasileiras e que espera uma resposta da Petrobras até março.A Petrobras informou que as negociações com a Bolívia estão em andamento, mas que não há uma data limite para o fim do processo.

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