Terça-feira, 29 de setembro de 2015 - 14h38
O Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), Centro Regional de Porto
Velho (CR-PV), sediou ontem, segunda-feira (28), reunião sobre o projeto
Bacias Urbanas, chamada pelo Ministério Público do Estado/21ª Promotoria
de Justiça - Habitação e Urbanismo. Participaram as secretarias
municipais (SEMPLA, SEMA, SEMPRE, SEMUR, SEMOB, SEMUSB, Defesa Civil e
SEMAS), bem como a CPRM, UNIR, FARO e FIMCA. Do SIPAM, participaram
Astréa Alves Jordão (Chefe da Divisão Ambiental), Luiz Gilberto
Dall'igna (Chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto) e Ana Cristina
Strava (Coordenadora Operacional), além de estagiários da DIVPAM/CR-PV.
Segundo o Promotor de Justiça, Adilson Donizeti de Oliveira, é
necessário cuidar das águas e das moradias, especialmente quando o novo
período das chuvas se aproxima. "Mesmo que não tenha um grande
alagamento, podem vir os menores", ressaltou na abertura da reunião. O
Promotor é responsável pela área de Habitação e Urbanismo do Ministério
Público, tendo atuado por nove anos no município de Jaru (RO), e desde o
início do ano está em Porto Velho, onde pretende conhecer melhor as
ações já desenvolvidas para minimizar os impactos das chuvas em áreas
urbanas. Ele explica que o MP-RO recebe diversas reclamações de
moradores, por isso todos as instituições foram chamadas para
conversarem sobre medidas que solucionem ou previnam problemas em
diversos pontos de estrangulamento da cidade.
A Coordenadora Operacional do SIPAM, Ana Strava, fez apresentação do
Projeto Bacias Urbanas e o site em que os órgãos parceiros têm acesso ao
Sistema de Alerta, em tempo real, contra enchentes urbanas provocadas
principalmente pelo transbordamento dos igarapés urbanos que cortam a
capital rondoniense. Entregue em outubro de 2014, pelo SIPAM, o Sistema
é resultado de um minucioso levantamento de campo das dimensões e
intervenções na macrodrenagem existente em quatro bacias urbanas:
Iguarapé Grande/Santa Barbara, Penal, Tancredo Neves/São Francisco e
Bate-Estacas.
Fonte: Rosália Silva
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