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Sedam intensifica ações de fiscalização ambiental fluvial em Unidades de Conservação do Vale do Guaporé


Sedam e o BPA/RO atuam na conscientização do público-alvo - Gente de Opinião
Sedam e o BPA/RO atuam na conscientização do público-alvo

Para fortalecer as ações de fiscalização ambiental preventiva nos meses que antecedem a alta temporada de pesca comercial e esportiva, o Governo do Estado de Rondônia, através da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental – Sedam, intensificou a fiscalização ambiental nas Unidades de Conservação do Vale do Guaporé. As atividades são desenvolvidas pela Coordenadoria de Unidades de Conservação – CUC, com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental – BPA/RO e são fundamentais para que os pescadores sejam orientados sobre os locais, onde a pesca é permitida e existe proibição.

A equipe da CUC junto aos parceiros, orienta que, no interior das Unidades de Conservação, por exemplo, a pesca comercial e esportiva são proibidas, uma vez que essas áreas protegidas atuam como berçários de peixes, sendo responsáveis pela reposição da biodiversidade, inclusive do Rio Guaporé. Já nas Unidades de Conservação, onde residem populações tradicionais, os moradores podem pescar, mas apenas para a subsistência própria e de seus familiares.

AÇÕES EDUCATIVAS

Para o governador Marcos Rocha, um dos principais papéis da Sedam e da Polícia Ambiental é atuar de forma educativa. As equipes atuam mesmo antes do período da alta temporada de pesca.

Para o coordenador das Unidades de Conservação, Thales Quintão Chagas, a Sedam e o BPA/RO atuam antes, durante e após as temporadas de pesca. “Nesse momento, atuamos na conscientização do público-alvo e na identificação dos locais, por meio de placas de advertência. No período da temporada de pesca, se preciso for, agiremos de forma repressiva, visto que os crimes ambientais não podem colocar a biodiversidade em risco”, afirmou.

O agente de Proteção Ambiental da Sedam, Nei Roberto lembrou que, pescar não é crime, basta que os pescadores se atentem à documentação necessária e aos limites estabelecidos pelas legislações ambientais vigentes. “Essa atenção vale, tanto às espécies e tamanhos dos peixes quanto aos locais permitidos e proibidos para a prática”, disse.

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