Quarta-feira, 10 de junho de 2026 - 09h30

Os possíveis impactos
do fenômeno climático Super El Niño em 2026 e as estratégias de prevenção,
combate e resposta a incêndios florestais e eventos climáticos extremos foram
assuntos debatidos em uma reunião promovida pelo Tribunal de Contas do Estado,
(TCE-RO), nesta terça-feira (9/6).
O Ministério Público
de Rondônia (MPRO) foi representado pelo promotor de Justiça Pablo Hernandez
Viscardi, que coordena o Núcleo de Investigação de Crimes Ambientais do Grupo
de Atuação Especial do meio Ambiente (Gaema).
A reunião, conduzida
pelo conselheiro Paulo Curi Neto, teve como objetivo apresentar as ações que
vêm sendo desenvolvidas pelos diferentes órgãos públicos para enfrentar o
período de estiagem previsto para o próximo ano. Durante o encontro, foram
debatidas medidas de prevenção, combate aos incêndios florestais, resposta a
emergências ambientais e preparação da estrutura pública para atuar em
situações críticas.
Também foram
discutidos os investimentos e o planejamento das instituições responsáveis pela
proteção ambiental, defesa civil e segurança pública.
Durante a reunião, o
promotor de Justiça Pablo Hernandez Viscardi destacou que o MPRO acompanha de
forma permanente as ações relacionadas à prevenção e ao enfrentamento das
queimadas e dos incêndios florestais.
Segundo ele, a
instituição segue vigilante quanto à estrutura disponibilizada pelo Estado para
responder aos desafios que podem surgir em razão do aumento dos períodos de
seca e da ocorrência de eventos climáticos extremos.

O integrante do MPRO ressaltou ainda a necessidade
de fortalecimento das políticas públicas voltadas à prevenção dos incêndios e à
proteção ambiental.
O promotor de Justiça destacou ainda a importância
da destinação de recursos adequados para o tema. Conforme destacou, os Poderes
Executivo e Legislativo estaduais precisam manter atenção à relevância das
ações de prevenção e combate às queimadas, garantindo orçamento compatível com
a implementação das políticas públicas e com o aparelhamento dos órgãos
responsáveis pela atuação em campo.
Ele também enfatizou a necessidade de reforço das
ações de repressão aos incêndios criminosos, além do fortalecimento da
capacidade operacional das equipes encarregadas de controlar e extinguir os
focos de fogo.
A programação contou com a presença de
representantes de instituições estaduais como Procuradoria-Geral do Estado,
Defensoria Pública; órgãos da administração do governo, bem como Corpo de
Bombeiros, Sedam e demais que atuam no monitoramento ambiental, prevenção de
desastres e gestão de riscos climáticos.
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