Sábado, 23 de julho de 2011 - 18h01
Em dois dias de sobrevoos, as equipes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), que fazem o monitoramento aéreo do Estado, já encontraram mais de cem pontos de desmate, broca e queima em vários pontos do Acre.
A maior queimada foi detectada na última quinta-feira, 21, no Polo Agroflorestal de Capixaba (77 quilômetros de Rio Branco), em aproximadamente 25 hectares. Também foram detectadas queimadas rurais e urbanas em Rio Branco e Plácido de Castro.
O chefe da Divisão de Atividades do Uso do Solo do Imac, Kassem Quintella Miguéis, explica que, no caso das queimadas urbanas, como as duas vistas em Rio Branco, o Imac aciona as secretarias municipais de Meio Ambiente, que tomam as providências.
Até agora as equipes sobrevoaram as regiões de Rio Branco, Sena Madureira, Manuel Urbano, Porto Acre, Acrelândia, Senador Guiomard e Capixaba. A operação prosseguirá na próxima semana para o Juruá e Tarauacá. O monitoramento ambiental aéreo começou esta semana e continua até setembro.
Os dados obtidos pelas equipes dos sobrevoos são repassados para a divisão de geoprocessamento, que produze as cartas-imagem. Com o material em mão, as equipes da Controladoria Ambiental vão às propriedades identificadas verificar a situação de cada uma. Por determinação dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, as queimadas estão proibidas no Acre, com exceção das cinco cidades do Vale do Juruá."O governador Tião Viana quer que o órgão ambiental seja parceiro do homem do campo, orientando a forma correta de produzir sem causar danos ao meio ambiente, seja na pecuária, na agricultura, no manejo da madeira, do peixe. Por isso, as equipes de campo veem caso a caso os pontos de queimadas", esclarece Fernando Lima, presidente do Imac.
(Fonte: De olho no tempo - Meteorologia)
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