Terça-feira, 17 de janeiro de 2012 - 17h02
A partir de fevereiro próximo, a prefeitura de Porto Velho passará a incinerar lixo hospitalar e medicamentos vencidos. O equipamento que está sendo montado no Aterro Municipal (Vila Princesa) foi adquirido pela empresa responsável pela coleta do lixo. Ele faz parte de uma das cláusulas do contrato de concessão firmado entre o Município e a prestadora de serviços.
Na tarde
de ontem, segunda feira (16), o coordenador municipal de limpeza urbana, Wilson Correia, esteve no local acompanhando a montagem das peças do incinerador. Ele explicou que o equipamento tem capacidade para queimar 200 quilos de produtos por hora, sem que a fumaça seja lançada na atmosfera. “Isso é um ganho muito grande para o Município, para a população e o meio ambiente. Evita a proliferação de bactérias e o risco desse material infectado cair em mãos erradas”, comemorou.
De acordo com Wilson Correia, a Prefeitura tem necessidade um equipamento apropriado para dar o destino correto ao lixo hospitalar e medicamentos vencidos. Atualmente, seguindo recomendações, esse tipo de material é enterrado em grandes células (covas) revestidas de concreto no próprio Aterro Municipal, mas separado dos demais. “Acreditamos que até a segunda quinzena de fevereiro faremos as primeiras incinerações”, disse.
O coordenador de limpeza urbana não descarta a possibilidade do incinerador também ser utilizado para queimar materiais fornecidos por hospitais e clínicas particulares. Ele declarou que a Prefeitura estuda uma forma de tarifar o atendimento, pois essa é mais uma oferta de serviço público. “Trata-se de um equipamento moderno, o único com essa tecnologia existente em Porto Velho”, acrescentou.
Técnico
Segundo André Rodrigues, técnico responsável pela montagem do incinerador, o equipamento funcionará a uma temperatura de mil graus centígrados. Ele é composto da câmara para depositar o material a ser incinerado e filtros que impedem a fumaça de ser lançada para a atmosfera. A máquina também é composta de um tanque a ser abastecido com querosene, que servirá somente para iniciar o processo de incineração, já que o próprio material queimado servirá como combustível.
Ele ainda explicou que após a montagem das peças, será preparada toda instalação elétrica do incinerador e a fase de testes. Na seqüência, os funcionários da empresa que coleta o lixo e que irão se responsabilizar pelo equipamento passarão por treinamento. Depois, a operação será em definitivo.
Fonte: Augusto José
Foto: Quintela
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A Ecoporé, instituição com 37 anos de história em Rondônia, e o Bloco Pirarucu do Madeira uniram forças em uma ação que redefine a relação entre as

Pesquisadores de Porto Velho-RO apresentam solução inovadora para reaproveitar água de ar-condicionado em prédios públicos, promovendo sustentabilid

Com o objetivo de fortalecer a preservação das espécies nativas da região amazônica e garantir a biodiversidade, 228 mil filhotes de tartarugas-da A

Soltura de Quelônios no vale do Guaporé
Há cerca de 39 anos atrás um Quilombola, nascido no Vale do Guaporé, preocupado com o possível extermínio dos Quelônios (Tracajás, Tartarugas e outr
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)