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Meio Ambiente

Porto da capital começa a receber safra de grãos de 2010


 
Na manhã desta terça-feira (02), o diretor-presidente da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (SOPH), José Marcondes Cerrutti, divulgou que o Porto de Porto Velho já recebe a safra de grãos de 2010. 

Entre os principais produtos exportados para fora do país estão a soja e o milho, produzidos em Rondônia e no Mato Grosso. “Nós enviamos os produtos diretamente aos mercados consumidores da Europa e Ásia. Com isso, os grãos brasileiros, principalmente a soja e o milho, ganham em competitividade, já que os preços são um pouco mais baixos por conta da eliminação de diversos atravessadores”, disse Cerrutti. 

De acordo com o diretor-presidente, os grãos vêm principalmente do Cone Sul de Rondônia e do estado do Mato Grosso, um dos maiores produtores de soja do mundo. “Recebemos produtos do Mato Grosso por conta da proximidade com aquele estado. Antigamente, os produtos eram embarcados em Santos (SP) e Paranaguá (PR). Isso atrapalha a vida de muita gente, principalmente do produtor, que gasta mais recursos e tem menos lucro por conta do frete”, destaca ele. 

Outro número apresentado pela SOPH é que a expectativa de crescimento das exportações de grãos chegue a pelo menos 10% em relação a 2009, quando o Porto de Porto Velho enviou mais de 2,5 milhões de toneladas para fora de Rondônia. “Esperamos chegar à meta de pelo menos 3 milhões de toneladas de grãos exportados para fora do nosso estado”, aponta José Marcondes Cerrutti.

Mais novidades

O diretor-presidente da SOPH também afirmou que há mais novidades para o ano de 2010. A principal é que as empresas que estão se instalando no estado já começam a receber equipamentos para a construção e montagem de projetos especiais. Uma delas é a Indústria Metalúrgica e Mecânica da Amazônia (IMMA), formada pelas empresas Alstom e Bardella, que vai oferecer diversos serviços para as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. “Nosso porto já recebeu chapas e trilhos vindos da China e Europa que vão atender a demanda da IMMA, que por sua vez, vai repassar seus produtos para os empreendimentos que estão sendo construídos no rio Madeira. Acredito que neste ano o movimento aumente para suprir as necessidades destas empresas”, encerrou Cerrutti. 

Fonte: Decom/Felipe Corona

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