Quarta-feira, 21 de outubro de 2009 - 05h16
Renata Giraldi
Agência Brasil
Ao assumir ontem (20) a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães afirmou que trabalhará em parceria com todos os órgãos do governo federal, em especial, o Ministério do Meio Ambiente.
Por orientação do presidente da República, o novo ministro vai priorizar a concentração de esforços para a segurança, preservação e o desenvolvimento da Amazônia. Ele entra no lugar de Daniel Vargas, que assumiu interinamente a secretaria em substituição a Mangabeira Unger, que deixou o governo há quatro meses para voltar à Universidade de Harvard (EUA).
“A SAE vai trabalhar em conjunto e não de forma paralela com os demais órgãos do governo federal”, disse Pinheiro Guimarães. “Temos de definir um plano de preservação do bioma [amazônico] e também de garantias de qualidade de vida para 25 milhões de pessoas que vivem naquela área.”
No passado, a ex-ministra Marina Silva e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, tiveram momentos de tensão com a SAE que defendia uma política desenvolvimentista em substituição à preservação ambiental. Porém, desta vez, Pinheiro Guimarães afirmou que os conflitos não ocorrerão.
Pinheiro Guimarães já marcou para hoje (21) uma reunião com toda a equipe da SAE. O objetivo é definir as estratégias e os planos de atividades para o ministério. Mas afirmou que ainda não decidiu sobre quem será seu secretário executivo nem os nomes dos que farão parte de sua equipe.
O embaixador afirmou que não é filiado a partido algum, mas admitiu que tem princípios rigorosos para a execução de políticas públicas. Como secretário-geral do Itamaraty, Pinheiro Guimarães determinou que os novos diplomatas conhecessem as áreas de risco no Brasil e no exterior para que tivessem experiência prática do que lidavam teoricamente.
Ao empossar o novo ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ele deverá elaborar um plano completo de ações de governo até 2022. Bem-humorado, Pinheiro Guimarães afirmou que “terá muito trabalho pela frente”. “Definitivamente o futuro não existe isoladamente”, disse
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