Porto Velho (RO) sábado, 22 de setembro de 2018
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Gente de Opinião

Meio Ambiente

Navegar é preciso. De que jeito?



Urbanos e urbanóides acostumados com o automóvel imaginam o que é navegar na Amazônia em tempos de cheia e inundações?

Há dias, pouco antes de me safar de um naufrágio de lancha voadeira no transbordado Rio Espalha, percebi o modus vivendi de extrativistas, pescadores, castanheiros, farinheiros e pequenos agricultores acreanos. Uma dureza.

Esses habitantes da floresta ficam ilhados quatro meses por ano e para navegar no inverno amazônico, têm que desviar de troncos e galhos no caminho das águas. Conseguindo isso, precisam olhar para cima e podar imensas tabocas, cujos espinhos fazem o corpo sangrar. CLIQUE E LEIA MAIS EM "AMAZÔNIAS, PODEMOS COMPREENDÊ-LAS" MATERIAL ESPECIAL COM  MONTEZUMA CRUZ.

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