Domingo, 14 de março de 2010 - 23h20
Urbanos e urbanóides acostumados com o automóvel imaginam o que é navegar na Amazônia em tempos de cheia e inundações?
Há dias, pouco antes de me safar de um naufrágio de lancha voadeira no transbordado Rio Espalha, percebi o modus vivendi de extrativistas, pescadores, castanheiros, farinheiros e pequenos agricultores acreanos. Uma dureza.
Esses habitantes da floresta ficam ilhados quatro meses por ano e para navegar no inverno amazônico, têm que desviar de troncos e galhos no caminho das águas. Conseguindo isso, precisam olhar para cima e podar imensas tabocas, cujos espinhos fazem o corpo sangrar. CLIQUE E LEIA MAIS EM "AMAZÔNIAS, PODEMOS COMPREENDÊ-LAS" MATERIAL ESPECIAL COM MONTEZUMA CRUZ.
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Programa Ecos doa materiais recicláveis à Catanorte
O Programa Ecos, do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio-RO, realizou a doação de 72 quilos de materiais recicláveis — entre plásticos

Uma Concertação pela Amazônia – Porto Velho promove encontro para debater soluções sustentáveis
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