Sexta-feira, 23 de outubro de 2009 - 20h32
Comunitários retiveram balsas para alertar contra exploração irregular na região
A madeira que está em balsas retidas por moradores de comunidades rurais à beira do Rio Arapiuns, no Pará, é totalmente legal, segundo a Secretaria de Meio Ambiente do Pará. Segundo o secretário-adjunto do Meio Ambiente, Miro Canto, “O estado não é irresponsável”, alegou ao comentar de que o material teria sido retirado ilegalmente da floresta.
De acordo com o secretário, funcionários da Secretaria de Meio Ambiente estiveram no local e verificaram que os cerca de 1.500 metros cúbicos de madeira em toras são originários de áreas de manejo autorizadas pelo governo.
O protesto começou em 12 de outubro. Pelo menos quatro balsas foram interditadas e segundo os moradores, a madeira teria sido extraída ilegalmente.
De acordo com os comunitários, a cada semana mais de cinco balsas carregadas de madeira saem pelo rio sem nenhuma fiscalização.
Os manifestantes vivem em um conjunto de glebas estaduais sob a responsabilidade do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). Nos últimos anos, a região, juntamente com outras quatro áreas estaduais vizinhas, vem sendo alvo de debates entre movimentos sociais e o governo sobre a definição formal de repasse de terras públicas.
O protesto tem como objetivo chamar a atenção para o caos fundiário e ambiental que se arrasta há anos na região. Os manifestantes pediram a presença das autoridades para impedir a exploração ilegal e desmatamento dentro da área.
Fonte: Jovem Pan
Terça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A Ecoporé, instituição com 37 anos de história em Rondônia, e o Bloco Pirarucu do Madeira uniram forças em uma ação que redefine a relação entre as

Pesquisadores de Porto Velho-RO apresentam solução inovadora para reaproveitar água de ar-condicionado em prédios públicos, promovendo sustentabilid

Com o objetivo de fortalecer a preservação das espécies nativas da região amazônica e garantir a biodiversidade, 228 mil filhotes de tartarugas-da A

Soltura de Quelônios no vale do Guaporé
Há cerca de 39 anos atrás um Quilombola, nascido no Vale do Guaporé, preocupado com o possível extermínio dos Quelônios (Tracajás, Tartarugas e outr
Terça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)