Segunda-feira, 8 de outubro de 2007 - 07h38
Carolina Pimentel
Agência Brasil
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (8), em seu programa de rádio Café com o Presidente, esperar que os brasileiros não valorizem a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apenas por causa dos elogios do ex-secretário de Estado norte-americano Colin Powell à instituição.
"Espero que nenhum brasileiro comece a valorizar a Embrapa porque o Colin Powell falou bem. A Embrapa, nos seus 34 anos de existência, revolucionou a agricultura brasileira. Hoje, o Brasil tem uma posição de destaque no mundo agrícola, no agronegócio e é importante lembrar o que a Embrapa fez nesse país", afirmou Lula. Na semana passada, Powell afirmou, em no jornal The New York Times, que a empresa transformou o Brasil em uma superpotência agrícola.
O presidente lembrou que as pesquisas da Embrapa revolucionaram a agricultura nacional, com enfoque no cerrado. "Lembro que as pessoas falavam que o cerrado é tão ruim que as árvores nascem tortas, ou seja, elas não conseguem crescer retas. Graças às pesquisas, a Embrapa conseguiu revolucionar, e hoje o cerrado é um dos centros produtores de grãos dos mais importantes do mundo e do Brasil", disse.
A Embrapa tem 2.200 pesquisadores, sendo 53% doutores e 45% mestres. Em dezembro de 2006, a empresa abriu seu primeiro escritório na África, com sede em Acra, capital de Gana. De acordo com o diretor executivo da estatal, Kepler Euclides, que participou do programa de rádio, a idéia de abrir a filial é compartilhar tecnologia e conhecimento com os africanos.
"A abertura do escritório na África foi fruto da política estabelecida de que pudéssemos compartilhar parte do conhecimento, das tecnologias desenvolvidas, que serão facilmente ajustadas e adaptadas àquele continente", explicou.
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