Segunda-feira, 8 de julho de 2013 - 17h41
Durante audiência com o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio), Roberto Ricardo Vizentim, na última quinta-feira (4), o deputado federal Padre Ton (PT-RO) acertou uma diligência em região do Parque Nacional dos Campos Amazônicos conhecida por Gleba Inferninho, após relatar que foi procurado por pessoas que tiveram de sair da unidade de conservação.
“Eles vieram me pedir ajuda, interceder por eles, porque foram retirados de onde estavam, dentro do parque. Parece que há um processo na Justiça. Disseram que o interesse deles é trabalhar o extrativismo, querem permanecer na área. Segundo as pessoas que me procuraram, ribeirinhos teriam ficado na área, e eles saíram com ordem de reintegração”, relatou o deputado na audiência.
O presidente do ICMBio pediu referências dos demandantes, recebendo as informações do deputado Padre Ton, e sugeriu a diligência, com a presença de alguém da unidade do instituto em Porto Velho e representante do mandato.
O ICMBio irá verificar, a partir do cadastro de famílias existente, se os nomes apresentados pelo deputado constam da lista de duas áreas que o órgão já iniciou atividade, junto com o Programa Terra Legal, para fazer regularização fundiária.
O presidente Roberto Vizentim explicou que duas situações estão postas para pessoas que estavam morando dentro do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, unidade que abrange os estados do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. “Algumas famílias serão indenizadas e outras foram cadastradas e estão em processo para reassentamento”, explicou.
O reassentamento está ocorrendo porque recentemente houve uma redefinição dos limites do parque na região de Mato Grosso para abrigar a usina Tabajara. A área dos reassentados é chamada Pico Aceso. A Gleba Inferninho se situa em área ao Norte, no estado do Amazonas, e possivelmente as famílias que lá estão, segundo dito ao deputado em torno de 400, estão à margem do processo de redefinição de limites da área que passou a ser parque.
A diligência irá checar se realmente existem esse número de famílias - para o Instituto Chico Mendes o número é bem inferior -; quais são as suas necessidades; se de fato são extrativistas, pequenos produtores ou exercem outras atividades; de onde vieram etc.
Fonte: Mara Paraguassu
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